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	<title>Carlos Cabral &#187; Curiosidades sobre vinhos</title>
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		<title>Bem humoradas citações</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[O vinho e as histórias do dia a dia estão presentes nas inspirações filosóficas, culturais e populares. O vinho sempre foi um bom motivo para uma inspiração poética, e os romanos já diziam “In Vino, Veritas” ou seja, “no vinho, a verdade”.
Pois bem, um amigo me enviou uma bem humorada seleção de citações tendo o vinho como tema, então vamos a elas&#8230;



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			<content:encoded><![CDATA[<p>O vinho e as histórias do dia a dia estão presentes nas inspirações filosóficas, culturais e populares. O vinho sempre foi um bom motivo para uma inspiração poética, e os romanos já diziam “In Vino, Veritas” ou seja, “no vinho, a verdade”.</p>
<p>Pois bem, um amigo me enviou uma bem humorada seleção de citações tendo o vinho como tema, então vamos a elas&#8230;</p>
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<iframe src="http://docs.google.com/viewer?url=http%3A%2F%2Fwww.carloscabral.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2009%2F10%2FO_VINHO.ppt&embedded=true" width="500" height="390" frameborder="0" style="min-width:305px;" class="gde-frame"></iframe>

<p class="gde-text"><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2009/10/O_VINHO.ppt" target="_self" class="gde-link">Download (PPT, 1.04MB)</a></p></div>
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		<title>O gigante de concreto</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 19:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Mendoza]]></category>
		<category><![CDATA[Peñaflor]]></category>

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		<description><![CDATA[A Argentina vivia seus melhores dias, economia forte e seu povo tinha o maior e melhor índice de alimentação do mundo, onde trigo, carne e vinho eram abundantes. Poucos sabem disso, mas foram os argentinos, durante muito tempo os maiores consumidores de vinho do mundo, chegando aos 93 litros per capita, isso ainda porque adicionavam soda em seus vinhos, porque se não adotassem essa prática tomariam 186 litros.
Tempos em que um parreiral de Bonarda, a cepa mais cultivada em tempos remotos, chegava a produzir 25 toneladas de uva por ha. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Argentina vivia seus melhores dias, economia forte e seu povo tinha o maior e melhor índice de alimentação do mundo, onde trigo, carne e vinho eram abundantes. Poucos sabem disso, mas foram os argentinos, durante muito tempo os maiores consumidores de vinho do mundo, chegando aos 93 litros per capita, isso ainda porque adicionavam soda em seus vinhos, porque se não adotassem essa prática tomariam 186 litros.</p>
<p>Tempos em que um parreiral de Bonarda, a cepa mais cultivada em tempos remotos, chegava a produzir 25 toneladas de uva por ha. Sem a modernidade do inóx, os argentinos foram os grandes criadores de imensos depósitos de madeira, que já haviam sido abandonados na Europa,  e também lançaram-se a construção de imensos depósitos de concreto.</p>
<p>A maior bodega da Argentina, a Peñaflor, localizada em Mendoza, e que pertencia a tradicional família de vitivinicultores de origem italiana, os Pulenta, vendia tanto vinho que foi obrigada a construir um gigantesco tanque de concreto, com capacidade para 5,5 milhões de litros de vinho, a uma profundidade de 20 metros do solo. Sobre este tanque, existem outros 10 tanques, também de concreto, com capacidade de 550 mil litros cada, que quando repletos de vinhos, eram despejados no tanque maior de 5,5 milhões de litros para que o corte fosse realizado.</p>
<div id="attachment_770" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2009/03/gigante_concreto.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2009/03/gigante_concreto.jpg" alt="Parte interna do tanque de concreto." title="gigante_concreto" width="500" height="333" class="size-full wp-image-770" /></a><p class="wp-caption-text">Parte interna do tanque de concreto.</p></div>
<p>O impressionante desta história é que estes 5,5 milhões de litros atendiam a demanda do mercado por 10 dias, portanto, 3 vezes por mês esta operação era realizada, e o vinho engarrafado, seguia de trem para Buenos Aires, onde era parte distribuído e parte consumido na capital Porteña. Um terminal ferroviário dentro da Peñaflor se encarregava da distribuição.</p>
<p>O impressionante é que hoje este enorme tanque está vazio. Em sua entrada encontra-se uma placa do Guinness Book afirmando ser aquele o maior tanque de concreto do mundo. Seguramente, uma quadra de tênis ou de vôlei pode ser instalada dentro desse enorme espaço, cujas paredes são revestidas de epóxi de cor verde.</p>
<p>Nem todo visitante tem acesso a este tesouro subterrâneo, mas ele é a grande testemunha de uma época que a Argentina anseia muito poder voltar. </p>
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		<title>Sacarrolhas antigos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 16:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[sacarrolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O  sacarrolhas foi inventado um dia depois da invenção da rolha!
Esta importante peça fundamental para o serviço do vinho, tem história, e esta história pode ser encontrada na Christopher Sykes – Antiques, na Inglaterra. Trata-se de um antiquário especializado nas coisas do mundo do vinho. Seu catálogo é impressionante, são milhares de modelos, de todas as épocas, destacando-se os do período da Era Vitoriana, onde a mesa recebeu uma atenção especial por parte dos ingleses. A sofisticação não tinha limites. Todos os metais do mundo foram testados para o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O  sacarrolhas foi inventado um dia depois da invenção da rolha!<br />
Esta importante peça fundamental para o serviço do vinho, tem história, e esta história pode ser encontrada na Christopher Sykes – Antiques, na Inglaterra. Trata-se de um antiquário especializado nas coisas do mundo do vinho. Seu catálogo é impressionante, são milhares de modelos, de todas as épocas, destacando-se os do período da Era Vitoriana, onde a mesa recebeu uma atenção especial por parte dos ingleses. A sofisticação não tinha limites. Todos os metais do mundo foram testados para o fabrico desta importante peça, e os acabamentos eram os mais refinados possíveis. Uma visita ao site deste antiquário, ou in loco, em Woburn, Bedfordshire, na Inglaterra, tira o fôlego de qualquer amante do vinho, pois em diversos showrooms, milhares destas preciosas peças estão expostas.</p>
<p>O catálogo das peças a venda pode ser consultado no site:<br />
www.sykes-corkscrews.co.uk </p>
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		<title>Decanter</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 16:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[decanter]]></category>
		<category><![CDATA[Jerez]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[O decanter moderno deriva das antigas jarras de barro, e mais tarde de vidro, que eram utilizadas para o serviço do vinho. Muito mais que um recipiente de serviço, a finalidade maior de um decanter é de arejar o vinho e deixar o vinho &#8220;respirar&#8221; antes de ser servido.
O decanter de vinho deve ser redondo, os de formatos retangulares ou quadrados são para as bebidas destiladas, de forma que colocando o vinho no decanter possamos girar o mesmo para que o vinho se movimente. Assim aproveita-se a entrada do ar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O decanter moderno deriva das antigas jarras de barro, e mais tarde de vidro, que eram utilizadas para o serviço do vinho. Muito mais que um recipiente de serviço, a finalidade maior de um decanter é de arejar o vinho e deixar o vinho &#8220;respirar&#8221; antes de ser servido.</p>
<p>O decanter de vinho deve ser redondo, os de formatos retangulares ou quadrados são para as bebidas destiladas, de forma que colocando o vinho no decanter possamos girar o mesmo para que o vinho se movimente. Assim aproveita-se a entrada do ar no recipiente para arejar (fazer respirar) o vinho.</p>
<p>Usualmente, e isso já vem sendo feito há séculos, o decanter redondo de cristal com tampa é utilizado no serviço do vinho do Porto e do Jerez, já os vinhos tintos e brancos maduros, são servidos em recipientes de bases bem largas e sem tampa, para que o vinho respire.</p>
<p>Atualmente, existem no mercado diversos modelos de decanters, com a maior variedade de formatos possíveis, todos, além de práticos, têm um efeito decorativo muito bonito, e faz boa presença em uma mesa de refeição.</p>
<p>Vinhos tintos maduros, encorpados, com mais de 5 anos de idade, devem ser decantados e mantidos no decanter por 30 minutos para respirarem. Existem alguns vinhos, como os Barolos (vinhos tintos da região do Piemonte, Itália)  muito antigos, com mais de 20 anos, que são decantados 36 horas antes do serviço, pois sua estrutura pujante, requer um longo tempo respirando, para que o vinho se apresente macio e sedoso na hora da degustação.</p>
<p>No Brasil as marcas importadas Riedel e Spiegelau, e a nacional  Strauss, são as mais conhecidas. </p>
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		<title>Almanaque de vinhos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 20:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[almanaque]]></category>
		<category><![CDATA[ditados]]></category>

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		<description><![CDATA[A exemplo do célebre “Almanaque Fontoura”, editado por muitos anos  pelo Laboratório Fontoura, e distribuído gratuitamente em todas as farmácias do Brasil, na cidade do Porto, em Portugal, a Livraria Figueirinhas editou a partir de 1947 seu “Almanaque do Porto”.
Da edição de 1955, retiramos alguns  provérbios sobre vinhos, que apareciam nas folhas ao lado do calendário religioso daquele ano.
Simples, curtos e diretos, estes provérbios populares são castiços, pois evocam ditos populares que habitavam as mais simples aldeias de Portugal. Aqui vão alguns bem curiosos:
- Bom vinho, má cabeça.
- ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A exemplo do célebre “Almanaque Fontoura”, editado por muitos anos  pelo Laboratório Fontoura, e distribuído gratuitamente em todas as farmácias do Brasil, na cidade do Porto, em Portugal, a Livraria Figueirinhas editou a partir de 1947 seu “Almanaque do Porto”.<br />
Da edição de 1955, retiramos alguns  provérbios sobre vinhos, que apareciam nas folhas ao lado do calendário religioso daquele ano.<br />
Simples, curtos e diretos, estes provérbios populares são castiços, pois evocam ditos populares que habitavam as mais simples aldeias de Portugal. Aqui vão alguns bem curiosos:<br />
- Bom vinho, má cabeça.<br />
- Depois de beber, cada um dá seu parecer.<br />
- O bom vinho faz bom sangue.<br />
-O leitão com vinho torna-se menino.<br />
- O pão pela cor, o vinho pelo sabor.<br />
- Quem se quer embebedar  não deve contar os copos.<br />
-Alho e vinho puro, levam a porto seguro.<br />
-O peixe deve nadar três vezes: em água,em azeite e em vinho.<br />
-Vinho turvo, madeira verde e pão quente são três inimigos da gente.<br />
-Quando vinho desce, as palavras sobem.<br />
- Quem come sopa com vinho, de velho fica menino. </p>
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		<title>Tratado do Vinho e suas propriedades &#8211; 1495</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 19:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Carlos Repucci]]></category>

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		<description><![CDATA[Juan Carlos Repucci, um empresário argentino que vive no Brasil há muitos anos, tem uma paixão especial para com os vinhos. O produto em si nunca falta em sua espetacular adega, onde o consumo diário é uma prática regular. Repucci é um bibliófilo, apaixonado por livros, tem nos vinhos também o tema central de sua bela biblioteca.
Hoje, composta por 5.000 exemplares, exclusivamente versada sobre vinhos, é sem dúvida uma das maiores coleções de livros temáticos do mundo. Destacam-se nesta coleção de raridades , 70 incunábulos  (livros impressos antes do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juan Carlos Repucci, um empresário argentino que vive no Brasil há muitos anos, tem uma paixão especial para com os vinhos. O produto em si nunca falta em sua espetacular adega, onde o consumo diário é uma prática regular. Repucci é um bibliófilo, apaixonado por livros, tem nos vinhos também o tema central de sua bela biblioteca.<br />
Hoje, composta por 5.000 exemplares, exclusivamente versada sobre vinhos, é sem dúvida uma das maiores coleções de livros temáticos do mundo. Destacam-se nesta coleção de raridades , 70 incunábulos  (livros impressos antes do ano de 1500).<br />
Com o tema “Recreações Vinárias Reppucianas”, este é o segundo ano que Repucci faz imprimir, traduzido para o português, algumas de suas raridades. Este ano chegou as minhas mãos o “Tratado do Vinho e suas propriedades” cujo original é de 1495, ou seja, de antes do descobrimento do Brasil! Repleto de conselhos e de advertências, neste opúsculo são citadas as mesmas glórias e preocupações que hoje temos com os vinhos, dando ao final, dicas de como se obtém um bom vinagre.<br />
Outros temas chamam a atenção, como: “sobre o vinho velho”, “sobre o vinho resinoso”, “sobre o ranço do vinho”, “ em que estações os vinhos se alteram”, e um curioso comentário de “como proteger os vinhos de raios e trovões”!<br />
No ano passado,  Repucci nos brindou com outra obra intitulada” Como fazer vinho à moda francesa” datado de 1609.<br />
Assim, pouco a pouco, vamos conhecendo como trabalhavam e pensavam os nossos  antepassados, que assim como nós, amavam vinhos. </p>
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		<title>Tudo, ou quase tudo, sobre vinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 12:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[dicionário de vinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem gosta do assunto vinhos e quer, em segundos, saber alguma coisa desse mundo, pode recorrer aos sites da internet, ou simplesmente, esticar o braço e puxar da estante de livros alguns exemplares que procuram esgotar o assunto. Existem hoje no mercado centenas de obras fascinantes sobre vinhos e a maioria vem seguida de um glossário. Outras se propõem a serem, elas só, um único glossário, ou seja um dicionário do vinho. Julgo que os melhores que existem hoje são:
The Oxford Companion to Wine,  de Jancis Robinson.
Consagrada escritora, crítica ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem gosta do assunto vinhos e quer, em segundos, saber alguma coisa desse mundo, pode recorrer aos sites da internet, ou simplesmente, esticar o braço e puxar da estante de livros alguns exemplares que procuram esgotar o assunto. Existem hoje no mercado centenas de obras fascinantes sobre vinhos e a maioria vem seguida de um glossário. Outras se propõem a serem, elas só, um único glossário, ou seja um dicionário do vinho. Julgo que os melhores que existem hoje são:</p>
<p><strong>The Oxford Companion to Wine,  de Jancis Robinson.</strong><br />
Consagrada escritora, crítica e enófila inglesa, primeira mulher a obter o concorrido título de “Master of Wine”. Desde a primeira edição, em 1994, Jancis vem atualizando, na medida do possível este seu compêndio sobre vinhos. Das originais 3.000  entradas (1994) sobre o assunto, a edição atual (2006) tem quase 4.000, e a lista de colaboradores triplicou. Do Brasil, o jornalista Josimar Mello faz sua contribuição. O livro tem impressão de 3 colunas por página e os assuntos são explorados ao máximo, sendo que a França ganha maior destaque. Acreditamos que em uma próxima edição os vinhos do Novo Mundo ganhem mais espaço.<br />
É uma obra com  813 páginas, e a crítica especializada mundial rasga-se em elogios a este compêndio. No Brasil, só a edição em inglês esta disponível.</p>
<p><strong>Diccionario Salvat Del Vino, de Mauricio Wiesenthal. </strong><br />
Este grande especialista em vinhos da Espanha, tem centenas de trabalhos publicados em revistas e formou com o  vitivinicultor Miguel Torres, da Catalunha, uma grande dupla que na década de 70, do século passado, inundou a Espanha de livros e enciclopédias sobre vinhos. Este dicionário, escrito em espanhol, tem 6.500 entradas, sendo que cita 650 variedades de uvas diferentes, entre outras coisas. A 2° edição é de 2002, e tem 925 páginas.</p>
<p>Estas 2 obras devem constar das prateleiras dos amantes do vinho, as dúvidas podem ser esclarecidas em segundos, e os complementos de informações podem levar a uma maior compreensão do mundo dos vinhos. </p>
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		<title>Vinho Imperial</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 11:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Imperial]]></category>
		<category><![CDATA[vinho no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando Dom Pedro II empreendeu uma longa viagem a Europa e Oriente Médio em 1871, levou em sua bagagem, 12 garrafas de um certo vinho nacional produzido na “Posse”, uma  localidade próxima a Petrópolis, na Serra dos Orgãos, no Rio de Janeiro. Um pequeno bilhete dirigido ao Conselheiro Nicolau Antonio Nogueira Valle da Gama, enviado pelo Visconde do Rio Branco, acompanhava as 12 garrafas, e informava que era desejo do Imperador levar estas garrafas para a Europa.
Soubemos que algumas garrafas foram entregues a Família de Dna. Tereza Cristina, nossa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Dom Pedro II empreendeu uma longa viagem a Europa e Oriente Médio em 1871, levou em sua bagagem, 12 garrafas de um certo vinho nacional produzido na “Posse”, uma  localidade próxima a Petrópolis, na Serra dos Orgãos, no Rio de Janeiro. Um pequeno bilhete dirigido ao Conselheiro Nicolau Antonio Nogueira Valle da Gama, enviado pelo Visconde do Rio Branco, acompanhava as 12 garrafas, e informava que era desejo do Imperador levar estas garrafas para a Europa.<br />
Soubemos que algumas garrafas foram entregues a Família de Dna. Tereza Cristina, nossa Imperatriz, em sua terra natal a Sicilia. No castelo de Osborne, antiga residência da Rainha Vitória da Inglaterra, há um registro de 2 garrafas de “vinho brasileiro”, presenteadas por D. Pedro II a aquela Monarca.<br />
Consta o registro de entrada e não o de saída, e os vinhos não estão mais lá guardados, o que podemos deduzir que os mesmos foram degustados ou jogados fora.<br />
Note-se que este é um vinho produzido antes do inicio do fluxo imigratório italiano (1875), quando se deu inicio a produção industrial do vinho no Brasil.</p>
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		<title>Pisa de um lagar</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 13:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Douro]]></category>
		<category><![CDATA[lagar]]></category>
		<category><![CDATA[pisa]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[A pisa de um lagar no Douro, para a elaboração do vinho do Porto, é um dos atos mais bonitos de se ver e participar para aqueles que amam o vinho.
É um trabalho pesado, e muito cansativo, mas o vinho do Porto fez sua história no mundo, nascendo dessa forma. Muito já se fez e se falou desta maravilha, alguns até chegaram a tirar-lhe o romantismo, inventando pisas mecânicas, coisas de ingleses, mas não conseguem e nem conseguirão apagar da memória daqueles que tiveram esse privilégio, que é “cortar” um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pisa de um lagar no Douro, para a elaboração do vinho do Porto, é um dos atos mais bonitos de se ver e participar para aqueles que amam o vinho.<br />
É um trabalho pesado, e muito cansativo, mas o vinho do Porto fez sua história no mundo, nascendo dessa forma. Muito já se fez e se falou desta maravilha, alguns até chegaram a tirar-lhe o romantismo, inventando pisas mecânicas, coisas de ingleses, mas não conseguem e nem conseguirão apagar da memória daqueles que tiveram esse privilégio, que é “cortar” um lagar de uvas.<br />
Miguel Torga, nome adotado pelo médico português Adolfo Rocha, foi um dos maiores poetas. Contista e romancista do século XX de Portugal, ele nasceu na aldeia de São Martinho de Anta, em pleno Alto Douro e viu e sentiu como poucos o que é viver e depender da vitivinicultura dorense.<br />
Cantou em suas obras várias passagens sobre esta arte de zelar e ver nascer o vinho do Porto. Em seu romance “Vindima”, há uma passagem sobre a pisa de um lagar, que é descrita como um ato de amor. Vale a pena conferir ou reler:<br />
“De ai a nada, arregaçados, os homens iam esmagando os cachos, num movimento onde havia qualquer coisa de coito, de quente e sensual violação. Doirados, negros, roxos, amarelos, azuis, os bagos eram acenos de olhos lascivos numa cama de amor. E como falos gigantescos, as pernas dos pisadores rasgavam máscula e carinhosamente a virgindade túmida e feminina das uvas. A princípio a pele branca das coxas, lisa e morna, deixava escorrer os salpicos de mosto sem se tingir. Mas a continuação ia tomando a cor roxa, cada vez mais carregada, do moreto, do sousão, da tinta carvalha, da touriga e do bastardo.<br />
A primeira violação tirava apenas a cada cacho a flor de uma integridade fechada. Era o corte. Depois, os êmbolos iam mais fundo, rasgavam mais, esmagavam com redobrada sensualidade, e o mosto ensangüentava-se e cobria-se de uma espuma leve de volúpia. À tona, a roçá-lo como talismãs, passeavam então os volumosos e verdadeiros sexos dos pisadores, repousados mas vivos dentro das ceroulas de tomentos”<br />
<em>Este texto expressa na visão do poeta, como nasce um vinho logo após a sua pisa.</em></p>
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		<title>Uvas Tannat</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 19:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
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		<description><![CDATA[Uva originaria do sudoeste da França, produz vinhos com muita estrutura e seus taninos são destacados, necessitando de muito tempo para que amadureçam. Geram excelentes vinhos de guarda, os produzidos a partir desta cepa. Embora seja a principal uva da região do Madiran(França) é no Uruguai que esta cepa se destacou e é a responsável pela alta qualidade dos vinhos uruguaios. Seu nome vem justamente da sua alta concentração de taninos.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uva originaria do sudoeste da França, produz vinhos com muita estrutura e seus taninos são destacados, necessitando de muito tempo para que amadureçam. Geram excelentes vinhos de guarda, os produzidos a partir desta cepa. Embora seja a principal uva da região do Madiran(França) é no Uruguai que esta cepa se destacou e é a responsável pela alta qualidade dos vinhos uruguaios. Seu nome vem justamente da sua alta concentração de taninos.</p>
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