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	<title>Carlos Cabral</title>
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		<title>Vinho de sobremesa – Conheça essa harmonização e surpreenda-se!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[aguardente vínica]]></category>
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		<category><![CDATA[LBV]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
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		<description><![CDATA[Para todos os pratos de uma refeição existe um vinho para harmonização. Com as sobremesas não poderia ser diferente. Em geral, são os vinhos doces que harmonizam com os pospastos e o Vinho do Porto é o principal vinho de sobremesa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para todos os pratos de uma refeição existe um vinho para harmonização. Com as sobremesas não poderia ser diferente. Em geral, são os vinhos doces que harmonizam com os pospastos e o Vinho do Porto é o principal vinho de sobremesa.</p>
<p>Para ficar mais doce e alcoólico, o Vinho do Porto recebe adição de aguardente vínica durante a fermentação. Essa bebida acompanha muito bem o chocolate, pela sua estrutura, corpo, taninos, álcool e açúcar.</p>
<p>Os vinhos que melhor harmonizam com as sobremesas de chocolate são do tipo LBV ou vintages jovens e frutados, além do Ruby. Já os doces que tem como base açúcar e ovos, combinam com os Tawnies 10 e 20 anos. Para os pratos de frutas, creme, baunilha e amêndoas têm seu sabor realçado por Tawnies mais jovens, como o Reserva Tawny ou Tawny 10 anos. Se a sobremesa tiver como base o queijo, a harmonização fica melhor com o Ruby Reserva ou o LBV. Mas se os queijos forem mais fortes, a melhor opção é o Porto Vintage ,companheiro ideal dos queijos Serra da Estrela e do Stilton..</p>
<p>Antes de escolher o melhor vinho para a sua sobremesa, lembre-se que o vinho deve ser sempre mais doce que a sobremesa, fazendo com que um realce o sabor do outro. E, independente da sua escolha, fique atento à temperatura da bebida. Vinhos doces naturais são servidos frios e os fortificados são servidos em temperatura ambiente ou levemente gelados, aqui no Brasil.</p>
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		<title>Desvendando os mitos sobre o Vinho do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Headline]]></category>
		<category><![CDATA[norte de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[região demarcada do Douro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos mais de 300 anos de produção do Vinho do Porto, muitos mitos sobre a bebida foram criados, alguns deles iremos esclarecer e desmistificar, já outras lendas devem ser mantidas para preservar a magia e a tradição da história do Vinho do Porto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2012/01/vinho.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2012/01/vinho-300x199.jpg" alt="" title="" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-1386" /></a></p>
<p>O Vinho do Porto é um vinho produzido com uvas da região demarcada do Douro, norte de Portugal. Nos mais de 300 anos de produção do Vinho do Porto, muitos mitos sobre a bebida foram criados, alguns deles iremos esclarecer e desmistificar, já outras lendas devem ser mantidas para preservar a magia e a tradição da história do Vinho do Porto.</p>
<p>“O Vinho do Porto dura para sempre mesmo depois de aberto” – A bebida depois de aberta deve ser consumida, no máximo, em três ou quatro semanas. Após esse período, o Vinho do Porto começa a oxidar e perder suas qualidades.</p>
<p>“O Vinho do Porto sempre deve ser decantado” – Quando o Vinho do Porto é engarrafado já está em condições de ser consumido e não precisa ser decantado, desmistificando esse antigo mito. Os portos de categoria normais (Tawny, Ruby e White) não necessitam ser decantados. Os Portos Vintages e LBV, com idades acima de 10 anos após sua colheita, é recomendado que sejam decantados, pois estão sujeitos a depositarem borras no fundo das garrafas.</p>
<p>“O Vinho do Porto deve ser servido à temperatura ambiente” – Esse mito já foi verdadeiro quando, antigamente, a temperatura ambiente variava entre 17ºC e 18ºC em algumas localidades. Atualmente, a temperatura recomendada da bebida fica entre 16°C e 18°C e, como a temperatura ambiente não é mais a mesma, o Vinho do Porto deve ser refrescado.</p>
<p>“O Vinho do Porto só pode ser bebido como aperitivo ou vinho de sobremesa” – Muitas pessoas acreditam nesse mito. Claro que essas duas opções são muito agradáveis, mas isso não deve ser uma regra. O Vinho do Porto é uma bebida que combina com vários tipos de comida em diversas ocasiões. Alguns pratos requintados e especiais, com presença de gordura, que tradicionalmente são servidos em países nórdicos, deram-se muito bem com o Vinho do Porto, quando as temperaturas de inverno estão muito baixas.</p>
<p>“O Vinho do Porto causa dores de cabeça” – Esse é um dos mitos mais famosos sobre o Vinho do Porto. A bebida não causa dor de cabeça e, pelo contrário, o Vinho do Porto é benéfico para saúde, desde que bebido moderadamente. Este é o segredo, beber moderadamente. Aquelas pessoas que são sensíveis ao consumo de álcool não devem fazer usos dessas bebidas, mesmo as de baixa graduação alcoólica.</p>
<p>Agora que os mitos sobre o Vinho do Porto já foram desvendados, aproveitem e degustem uma taça dessa bebida que é a mais famosa das que são produzidas em Portugal.</p>
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		<title>Espumantes brasileiros são muito premiados no exterior</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Espumantes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[exterior]]></category>
		<category><![CDATA[o vinho do verão]]></category>
		<category><![CDATA[premiados]]></category>
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		<description><![CDATA[
Premiado em diversos concursos internacionais, os vinhos espumantes brasileiros são reconhecidos no mundo inteiro tanto pela excelência de paladar como pela qualidade na elaboração. O solo, as condições climáticas e o cultivo das uvas são alguns dos motivos que garantem esse reconhecimento internacional da qualidade do espumante brasileiro.
Espumantes produzidos na Serra Gaúcha são elaborados em condições climáticas que normalmente seriam hostis para a produção de vinhos, porém essas condições somadas à acidez do solo proporcionam ao espumante brasileiro qualidades especiais. O volume de chuva não favorece o amadurecimento da uva, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/12/espumante.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/12/espumante.jpg" alt="" title="" width="300" height="281" class="alignright size-full wp-image-1363" /></a><br />
Premiado em diversos concursos internacionais, os vinhos espumantes brasileiros são reconhecidos no mundo inteiro tanto pela excelência de paladar como pela qualidade na elaboração. O solo, as condições climáticas e o cultivo das uvas são alguns dos motivos que garantem esse reconhecimento internacional da qualidade do espumante brasileiro.</p>
<p>Espumantes produzidos na Serra Gaúcha são elaborados em condições climáticas que normalmente seriam hostis para a produção de vinhos, porém essas condições somadas à acidez do solo proporcionam ao espumante brasileiro qualidades especiais. O volume de chuva não favorece o amadurecimento da uva, fazendo com que a bebida não fique muito doce.</p>
<p>Apesar de conhecido como “o Vinho do Verão”, o espumante brasileiro combina com diversas ocasiões, já que é uma bebida leve e que deve ser servida gelada. Comumente consumido nas festas de Natal e Ano Novo, o espumante possue fama de ser um vinho mais sofisticado, porque geralmente está relacionado a comemorações especiais, o que espanta um pouco os brasileiros a consumirem essa bebida no dia a dia.</p>
<p>Nossos espumantes possuem cor que varia do amarelo pálido ao amarelo ouro, mas também podem ser encontrados em tons do rosa ao avermelhado. O aroma é logo sentido já que é potencializado pelas borbulhas características da bebida e pode lembrar algumas frutas, pães e outros odores que variam de acordo com as uvas usadas na produção. Ao colocar o espumante na boca, o sabor é sutilmente ácido e as borbulhas proporcionam sensação diferente à do vinho.</p>
<p>Além dos diferenciais já citados, se comparados aos importados, os espumantes brasileiros têm preços acessíveis e competitivos, além da qualidade que a cada ano evolui mais. Diante dessas considerações, não espere apenas o Natal e Ano Novo e inclua os espumantes brasileiros definitivamente na lista de vinhos bebidos regularmente. Do ponto de vista da harmonização você vai perceber que o espumante pode funcionar perfeitamente como um coringa, acompanhando refeições inteiras, exceto as sobremesas. Experimente!</p>
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		<title>Vinho Lambrusco</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Emilia-Romana]]></category>
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		<category><![CDATA[norte da Itália]]></category>
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		<description><![CDATA[O vinho Lambrusco é uma bebida frisante, podendo ser doce ou seco, produzido a partir da uva Lambrusco, cultivada especialmente na região norte da Itália (Emilia-Romana), e pode ser apresentado nas versões tinto, branco ou rosé. O vinho Lambrusco é considerado um dos preferidos dos brasileiros, já que é uma bebida leve e apresenta outras características que combinam com o clima tropical, como: baixo teor alcoólico (variando de 7 a 8,5%), é servido gelado e os preços são mais acessíveis aos consumidores.
A versão do Lambrusco degustado no Brasil é bem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/11/uva_lambrusco-300x199.jpg" alt="" title="" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-1347" />O vinho Lambrusco é uma bebida frisante, podendo ser doce ou seco, produzido a partir da uva Lambrusco, cultivada especialmente na região norte da Itália (Emilia-Romana), e pode ser apresentado nas versões tinto, branco ou rosé. O vinho Lambrusco é considerado um dos preferidos dos brasileiros, já que é uma bebida leve e apresenta outras características que combinam com o clima tropical, como: baixo teor alcoólico (variando de 7 a 8,5%), é servido gelado e os preços são mais acessíveis aos consumidores.</p>
<p>A versão do Lambrusco degustado no Brasil é bem mais frisante do que o consumido na Itália. Para aguentar a viagem, o Lambrusco que chega aqui recebe uma pequena adição de CO2, o que o torna mais frisante, diferentemente dos Lambrusco di Sorbara, di Salamino Santa Croce, Grasparossa di Castelvetro  que raramente são exportados.</p>
<p>Para harmonizar, a massa é o tipo de comida que mais combina com o Lambrusco. Se a opção for apenas um aperitivo, o vinho pode ser servido junto à copa, presunto ou salsicha. O Lambrusco é um vinho que deve ser consumido jovem e com a temperatura entre 16° a 18°C.</p>
<p>Vale destacar que o Lambrusco é o principal vinho italiano reconhecido nos Estados Unidos, já que somente no país norte-americano são exportados dois milhões de caixas desse tipo de vinho, nas versões branco, tinto e rosé. Um fato curioso é que os Lambruscos brancos e rosés são produzidos somente para o mercado externo, ou seja, na Itália só é consumido o Lambrusco tinto. No Brasil é esse vinho que coloca a Itália em terceiro lugar como o páis produtor mais preferido do brasileiro, logo a seguir aos vinhos do Chile e Argentina.</p>
<p>No momento de escolha de um vinho é sempre bom considerar o Lambrusco que, além de ter um custo mais acessível, é uma ótima combinação com aperitivos e pratos principais.</p>
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		<title>Um cálice de vinho por dia é benéfico para saúde</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/um-calice-vinho-dia-benefico-saude/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 20:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Médicos da Universidade Johns Hopkins recomendam um cálice por dia para obter todos os benefícios oferecidos pelo vinho
Até pouco tempo atrás ainda se duvidava dos benefícios que o vinho traria para a saúde, mas após anos de estudos nos Estados Unidos, Inglaterra, França e Dinamarca, médicos da Universidade Johns Hopkins concluíram que beber vinho regularmente reduz em até 35% o risco de se desenvolver doenças cardiovasculares.
No início do século XIX, biópsias revelaram que os cidadãos franceses não possuíam artérias obstruídas pela gordura, deixando especialistas intrigados, já que a culinária francesa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1334" class="wp-caption alignright" style="width: 299px"><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Vinho1.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Vinho1-289x300.jpg" alt="" title="" width="289" height="300" class="size-medium wp-image-1334" /></a><p class="wp-caption-text">Médicos da Universidade Johns Hopkins recomendam um cálice por dia para obter todos os benefícios oferecidos pelo vinho</p></div>
<p>Até pouco tempo atrás ainda se duvidava dos benefícios que o vinho traria para a saúde, mas após anos de estudos nos Estados Unidos, Inglaterra, França e Dinamarca, médicos da Universidade Johns Hopkins concluíram que beber vinho regularmente reduz em até 35% o risco de se desenvolver doenças cardiovasculares.</p>
<p>No início do século XIX, biópsias revelaram que os cidadãos franceses não possuíam artérias obstruídas pela gordura, deixando especialistas intrigados, já que a culinária francesa é bem gordurosa. Entretanto, os cientistas também encontraram alta quantidade de propriedades provenientes dos vinhos, concluindo que a bebida preservaria as artérias. Sendo assim, os médicos começaram a recomendar a ingestão moderada de vinho.</p>
<p>A cada ano mais propriedades positivas para saúde são descobertas. Segundo a Universidade Johns Hopkins, o vinho é composto por aproximadamente 400 substâncias que trazem benefícios à saúde, como o aumento do bom colesterol, prevenção da oxidação das células, redução da formação de gordura nas veias e dilatação dos vasos, melhorando a circulação.</p>
<p>Algumas pesquisas são até mais detalhistas e concluem que o vinho combate diversos tipos de vírus, bactérias, cânceres, doenças degenerativas e males decorrentes do envelhecimento. As bases desses estudos são os 200 compostos fenólicos, substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias presentes no vinho, sendo o mais importante o resveratrol, encontrado nos vinhos tintos, já que combate os fungos, vírus e bactérias.</p>
<p>Médicos da Universidade Johns Hopkins recomendam um cálice por dia para obter todos os benefícios oferecidos pela bebida, entretanto deve-se lembrar que o vinho contém álcool, por isso não deve ser consumido demasiadamente. Vale ressaltar que os vinhos produzidos no Brasil estão entre os que mais têm compostos fenólicos, portanto não pense que só os vinhos caros e de países com mais tradição podem trazer benefícios à saúde.</p>
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		<title>Rolhas sintéticas são usadas de acordo com o tipo de vinho e não pela qualidade</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/rolhas-sinteticas/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 19:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns consumidores ficam em dúvida em relação aos novos sistemas de vedação do vinho, como rolhas sintéticas ou screw cap, acreditando que possa ser alguma invenção das vinícolas para diminuir os custos ou que os vinhos com essas rolhas possam ser de baixa qualidade. Na verdade, as rolhas são escolhidas pelas vinícolas de acordo com o tipo de vinho.
O screw cap é um tipo de tampa de rosca, como as que são usadas em azeites, que substitui as rolhas utilizadas em vinhos tintos ou brancos prontos para o consumo. O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/09/vinho-300x199.jpg" alt="" title="" width="200" class="alignright size-medium wp-image-1312" />Alguns consumidores ficam em dúvida em relação aos novos sistemas de vedação do vinho, como rolhas sintéticas ou screw cap, acreditando que possa ser alguma invenção das vinícolas para diminuir os custos ou que os vinhos com essas rolhas possam ser de baixa qualidade. Na verdade, as rolhas são escolhidas pelas vinícolas de acordo com o tipo de vinho.</p>
<p>O screw cap é um tipo de tampa de rosca, como as que são usadas em azeites, que substitui as rolhas utilizadas em vinhos tintos ou brancos prontos para o consumo. O único fator que pesa contra o screw cap é justamente por ser de rosca, não tendo o mesmo glamour de uma rolha convencional, que necessita do tradicional saca-rolhas. </p>
<p><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/09/rolha-300x225.jpg" alt="" title="" width="200" class="alignleft size-medium wp-image-1311" />Assim como o screw cap, as rolhas sintéticas são usadas em vinhos prontos para beber. Feitas de um polímero chamado elastômero, essas rolhas apresentam características de selagem e elasticidade similares às da cortiça natural, propiciando boa tolerância às altas temperaturas. Com ótimo poder de vedação, as rolhas sintéticas não cedem à umidade e ressecamento, o que permite que sejam armazenadas na posição vertical. O material da rolha é à prova de proliferação de fungos.</p>
<p>Vinhos de guarda, que terminam o processo de amadurecimento na garrafa, ainda devem usar as clássicas rolhas de cortiça, já que permitem a entrada gradual de ar ao longo dos anos, que ajuda no envelhecimento do vinho e proporciona o aroma e o sabor ideal. </p>
<p>Enfim, o uso de rolhas sintéticas ou screw cap não significa que o vinho é de baixa qualidade, é apenas o melhor sistema de vedação para o tipo de vinho. E não se preocupe, esses novos sistemas de vedação de vinho não vão acabar com a rolha de cortiça.</p>
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		<title>A temperatura ideal para cada tipo de vinho</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/temperatura-ideal-vinho/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 17:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A temperatura de serviço dos vinhos é essencial para preservar as características e manter o equilíbrio de cada rótulo. Quanto mais gelado o vinho, mais realçados ficam a acidez, o amargor e os taninos. Quanto mais quente, mais o álcool se volatiliza e fica aparente. Desta forma, se o vinho estiver acima da temperatura ideal, fica muito alcoólico, se estiver abaixo, ficará muito ácido.
Vinhos que são servidos gelados, como os brancos, podem ser resfriados usando um balde com gelo e água. Esse método refrigera o vinho muito mais rápido do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A temperatura de serviço dos vinhos é essencial para preservar as características e manter o equilíbrio de cada rótulo. Quanto mais gelado o vinho, mais realçados ficam a acidez, o amargor e os taninos. Quanto mais quente, mais o álcool se volatiliza e fica aparente. Desta forma, se o vinho estiver acima da temperatura ideal, fica muito alcoólico, se estiver abaixo, ficará muito ácido.</p>
<p>Vinhos que são servidos gelados, como os brancos, podem ser resfriados usando um balde com gelo e água. Esse método refrigera o vinho muito mais rápido do que a geladeira ou um recipiente somente com gelo, já que, sem a água, o contato do gelo com a garrafa é pequeno.</p>
<p>Confira abaixo uma tabela com os tipos e as temperaturas ideais de serviço de cada vinho.</p>
<p><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/09/vinho-gelo.jpg" alt="" title="" width="300" height="225" class="alignright size-full wp-image-1303" /><strong>Vinhos brancos</strong><br />
• Brancos doces: 4° a 6°C<br />
• Brancos meio secos: 5° a 7°C<br />
• Brancos frutados secos: 6° a 8°C<br />
• Brancos barricados secos: 8° a 10°C </p>
<p><strong>Vinhos Rosados</strong><br />
• Rosados meio secos: 6° a 8°C<br />
• Rosados secos: 9° a 11°C</p>
<p><strong>Espumantes</strong><br />
• Secos: 6° a 8°C<br />
• Rosados secos: 7° a 9°C<br />
• Doces e meio doces: 4° a 6°C</p>
<p><strong>Vinhos Tinto</strong><br />
• Jovens ou claretes: 12° a 14°C<br />
• Meia-guarda: 14° a 16°C<br />
• Guarda: 17° a 19°C<br />
• Guarda encorpados: 18° a 20°C</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A escolha da taça ideal para cada tipo de vinho</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/taca-ideal-tipo-vinho/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 22:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aproveitar ao máximo todas as sensações propiciadas por um bom vinho, a escolha da taça é essencial. Comprovadamente cada tipo de vinho tem o recipiente adequado para ser consumido, isso se deve pela provocação dos nervos gustativos da língua e do céu da boca, além de potencializar as características aromáticas de cada vinho. Por exemplo, um vinho branco suave não pode ser degustado em uma taça que não seja estreita, do contrário pode tornar o vinho mais ácido do que ele realmente é. Quando a taça é escolhida corretamente, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aproveitar ao máximo todas as sensações propiciadas por um bom vinho, a escolha da taça é essencial. Comprovadamente cada tipo de vinho tem o recipiente adequado para ser consumido, isso se deve pela provocação dos nervos gustativos da língua e do céu da boca, além de potencializar as características aromáticas de cada vinho. Por exemplo, um vinho branco suave não pode ser degustado em uma taça que não seja estreita, do contrário pode tornar o vinho mais ácido do que ele realmente é. Quando a taça é escolhida corretamente, se torna a parceira perfeita para o vinho.</p>
<p>Confira abaixo os tipos de vinhos e as taças ideais:</p>
<p><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/07/taças.jpg" alt="" title="taças" width="300" height="230" class="alignright size-full wp-image-1296" /><strong>Champagne e espumantes</strong><br />
Nesse caso a espuma tem que crescer, então são usadas taças em forma de tulipas, finas e relativamente altas.</p>
<p><strong>Vinhos brancos e suaves</strong><br />
Vinhos brancos suaves são consumidos em taças estreitas, que fazem com que o aroma de flores e frutas fiquem ressaltados.</p>
<p><strong>Vinhos brancos</strong><br />
Para vinhos brancos as taças devem ter volume maior que a taça para os vinhos brancos suaves, assim ele receberá mais ar, permitindo o desenvolvimento dos aromas.</p>
<p><strong>Vinho tinto com pouco tanino</strong><br />
Os vinhos tintos com pouco tanino devem ser consumidos em taças mais arredondadas com abertura relativamente grande. Isso faz com que se estimule todo o céu da boca, pois o vinho é bebido através de uma superfície maior.</p>
<p><strong>Vinho tinto com muito tanino</strong><br />
A taça mais estreita concentra o aroma, colocando a fruta em primeiro lugar.</p>
<p><strong>Vinho tinto encorpado</strong><br />
Os tintos encorpados são consumidos em taças largas, com abertura grande que permitem maior contato do vinho com o ar, favorecendo a percepção de aromas mais rapidamente, o que chamamos de abrir o vinho aromaticamente.</p>
<p><strong>Vinhos de sobremesa</strong><br />
Um pequeno cálice é usado para esse tipo de vinho, assim o gosto fica na ponta da língua e não acentua.</p>
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		<title>Banda australiana AC/DC lança coleção de vinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 14:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A banda de rock australiana AC/DC lançou, em conjunto com a adega australiana Warburn Estatede, uma coleção de vinhos exclusiva com o nome de algumas de suas canções mais conhecidas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda de rock australiana AC/DC lançou, em conjunto com a adega australiana Warburn Estatede, uma coleção de vinhos exclusiva com o nome de algumas de suas canções mais conhecidas. &#8220;Back In Black Shiraz&#8221;, &#8220;You Shook Me All Night Long Moscato&#8221;, &#8220;Highway To Hell Cabernet Sauvignon&#8221; e &#8220;Hells Bells Sauvignon Blanc&#8221; são os nomes das bebidas que começaram a ser comercializadas no dia 18 de agosto, na Austrália.</p>
<p><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/08/acdc.jpg" alt="" title="" width="590" height="443" class="aligncenter size-full wp-image-1292" /></p>
<p>Formado em 1973 pelos irmãos escoceses Angus e Malcom Young, em Sydney, o AC/DC já vendeu mais de 200 milhões de discos.</p>
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		<title>Saiba quais são as diferenças entre velho mundo e novo mundo no universo dos vinhos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 20:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades sobre vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[novo mundo]]></category>
		<category><![CDATA[velho mundo]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[
As localizações geográficas em que os vinhos são produzidos têm características diferenciadas desde o tipo de solo até o clima, por isso essas regiões são denominadas como Novo Mundo e Velho Mundo, termos que também abrangem particularidades do método de produção de cada vinho.
Velho mundo é a classificação dada aos vinhos produzidos em países europeus, como os maiores produtores mundiais França e Itália. Esses países tem o chamado terroir específico e únicos no mundo, com um conjunto de fatores que envolvem clima, solo e métodos de vinificação característicos dos vinhos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/08/velhoenovomundodosvinhos1-e1314214282376.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/08/velhoenovomundodosvinhos1-300x200.jpg" alt="" title="velhoenovomundodosvinhos" width="250" height="150" class="alignright size-medium wp-image-1284" /></a></p>
<p>As localizações geográficas em que os vinhos são produzidos têm características diferenciadas desde o tipo de solo até o clima, por isso essas regiões são denominadas como Novo Mundo e Velho Mundo, termos que também abrangem particularidades do método de produção de cada vinho.</p>
<p>Velho mundo é a classificação dada aos vinhos produzidos em países europeus, como os maiores produtores mundiais França e Itália. Esses países tem o chamado terroir específico e únicos no mundo, com um conjunto de fatores que envolvem clima, solo e métodos de vinificação característicos dos vinhos de cada região produtora.</p>
<p>Já o novo mundo é a categoria onde se enquadram os “novos” produtores de vinhos produzidos fora da Europa, como: Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Chile, Argentina, Brasil, Uruguai e Estados Unidos.</p>
<p>Os países produtores de vinhos do novo mundo utilizam a tecnologia para adaptar o <em>terroir </em>europeu e cultivam uvas de origens francesas e italianas, principalmente as que fazem parte da composição dos vinhos franceses. Assim, esses rótulos, às vezes, têm características parecidas com as dos vinhos do velho mundo.</p>
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