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	<title>Carlos Cabral &#187; espumantes</title>
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		<title>Saiba como é produzido o vinho espumante pelo método champenoise</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 13:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[champagne]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o passar dos anos, o Brasil tem se destacado na produção de vinhos espumantes devido ao clima temperado e aos métodos de plantio adotados na Serra Gaúcha. Outras regiões do país também estão começando a produzir espumantes, mas é o Rio Grande do Sul que responde por cerca de 90% do cultivo das uvas destinadas aos espumantes, que possuem alta acidez.
O método de produção de vinho espumante tradicional é denominado champenoise que,  basicamente, trabalha diversas formas da fermentação do líquido para garantir a formação de bolhas gaseificadas na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o passar dos anos, o Brasil tem se destacado na produção de vinhos espumantes devido ao clima temperado e aos métodos de plantio adotados na Serra Gaúcha. Outras regiões do país também estão começando a produzir espumantes, mas é o Rio Grande do Sul que responde por cerca de 90% do cultivo das uvas destinadas aos espumantes, que possuem alta acidez.</p>
<p>O método de produção de vinho espumante tradicional é denominado champenoise que,  basicamente, trabalha diversas formas da fermentação do líquido para garantir a formação de bolhas gaseificadas na garrafa.</p>
<p>Primeiramente, realiza-se uma fermentação alcoólica para que o açúcar da uva seja transformado em álcool, formando o vinho-base. Depois, esses vinhos-base passam por um processo de fermentação novamente, para formar as conhecidas bolhas do espumante com a adição de leveduras (espécie de fungos associados aos procedimentos fermentativos) e açúcar antes do engarrafamento. A pressão<br />
na garrafa é tão grande que chega a ser cinco vezes maior que a de uma lata de refrigerante gelada. Por isso, é necessário utilizar recipientes com vidros mais espessos para que a garrafa não venha a estourar.</p>
<p>Após um período de 36 meses, as leveduras irão se romper e se decompor para dar início à autólise, que altera o sabor do vinho. A garrafa também é colocada de cabeça para baixo, nesse processo, em um ângulo de 45º e deve ter rotações periódicas por 30 dias, com o objetivo de acumular nas proximidades do gargalo as borras dessa decomposição.</p>
<p>Após essa fase, o gargalo da garrafa deve ser submetido a um material de congelamento rápido para que, depois de solidificadas, as borras sejam expelidas no momento em que a garrafa for novamente aberta, devido à pressão do dióxido de carbono. Com isso, apenas as borras são retiradas da garrafa e o líquido é mantido.</p>
<p>Em seguida, coloca-se o licor de expedição para determinar o grau de açúcar do vinho espumante. Então, a garrafa é fechada com a rolha definitiva e deve passar um tempo nas caves antes de ir para as lojas.</p>
<p>O Brasil tem apresentado bons números de consumo de vinhos espumantes. Só em 2009, mais de 2,2 milhões de litros foram comercializados, um grande aumento se comparado ao ano de 2001, que registrou uma venda total de 500 mil rótulos de espumantes. E esse número pode aumentar ainda mais com o crescimento do Brasil no mercado de vinhos.</p>
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		<title>Medalhas ao vinho nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 17:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[espumantes]]></category>
		<category><![CDATA[medalhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O informativo ABE – Associação Brasileira de Enologia, edição número 63 de janeiro de 2009, informa para nosso orgulho que no ano de 2008 os vinhos brasileiros ganharam 265 medalhas em concursos internacionais, sendo 99 de ouro e 127 de prata.
De 1995, quando começamos a participar destes concursos, até os dias de hoje recebemos 1.896 prêmios, fato de relevado destaque em se tratando de um país considerado muito jovem em vitivinicultura. Nossos espumantes são o nosso maior orgulho, e olha que estamos somente no começo. Tenho certeza absoluta que, em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O informativo ABE – Associação Brasileira de Enologia, edição número 63 de janeiro de 2009, informa para nosso orgulho que no ano de 2008 os vinhos brasileiros ganharam 265 medalhas em concursos internacionais, sendo 99 de ouro e 127 de prata.<br />
De 1995, quando começamos a participar destes concursos, até os dias de hoje recebemos 1.896 prêmios, fato de relevado destaque em se tratando de um país considerado muito jovem em vitivinicultura. Nossos espumantes são o nosso maior orgulho, e olha que estamos somente no começo. Tenho certeza absoluta que, em mais uma década nos seremos reconhecidos mundialmente pela excelente qualidade de nossas borbulhas e ocuparemos sem dúvida nenhuma o 2° lugar neste prestigioso mercado, ficando atrás somente do tradicional Champagne.</p>
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		<title>Harmonização de vinho e comida</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 17:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhamento]]></category>
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		<description><![CDATA[No Brasil, por não termos desde os primórdios de nossa história uma combinação clássica de comida e vinho, devido ao baixo consumo de vinhos entre nós, adotamos a escola européia para tal e adaptamos uma série de pratos brasileiros típicos para melhor desfrutarmos destas delícias da vida.
Gostamos e consumimos muita carne, o churrasco já é uma instituição nacional, e a carne, para as classes menos abastadas é até sinal de status, quando há carne na mesa é sinal que a situação econômica vai bem.
Para as carnes vermelhas, o vinho recomendado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, por não termos desde os primórdios de nossa história uma combinação clássica de comida e vinho, devido ao baixo consumo de vinhos entre nós, adotamos a escola européia para tal e adaptamos uma série de pratos brasileiros típicos para melhor desfrutarmos destas delícias da vida.<br />
Gostamos e consumimos muita carne, o churrasco já é uma instituição nacional, e a carne, para as classes menos abastadas é até sinal de status, quando há carne na mesa é sinal que a situação econômica vai bem.<br />
Para as carnes vermelhas, o vinho recomendado é o tinto, mas em se tratando de Brasil, este tinto deve ser leve, pois temos dias muito quentes, com muito sol, e um vinho velho, ou encorpado dificultará muito a digestão. Estes “senhores vinhos” mais velhos e elaborados, merecem ser degustados em dias de temperaturas mais baixas ou amenas. Nós hoje produzimos e importamos milhares de marcas de vinhos que estão prontos a beber, ou seja, vinhos  bons, jovens, que preferencialmente devem ser consumidos jovens, e dependendo do local onde estejam sendo consumidos, levemente refrescados, para que sejam mais agradáveis.<br />
As picanhas, maminhas, fraldinhas, contras-filé, filé mignon e outras carnes vermelhas grelhadas e só temperadas com sal, aceitam bem o acompanhamento de vinhos tintos das uvas Merlot ou Carmenère. Sobre os primeiros, o Brasil é craque em produzi-los. Nossos Merlots são frescos e elegantes,  e não são pesados. Os Carmenères do Chile são um capítulo à parte, vinhos de cor forte e aromas ora herbáceos ou defumados, casam-se muito bem com as carnes mais gordurosas.<br />
Se for comer cupim, carne de porco com gordura, ou até mesmo deixar a picanha assar com sua capa de gordura, um vinho jovem da uva Cabernet Sauvignon é a pedida. Este sim, muito herbáceo nos aromas, lembrando pimentão verde, tem um corpo médio, sente-se muito bem o preenchimento na boca, graças aos seus taninos jovens, que ajudam na digestão da gordura.<br />
Se as carnes grelhadas forem brancas, como o frango, um bom espumante brut é uma delícia, combinam bem e não provocam a sensação de estômago muito cheio, neste particular, os espumantes brasileiros são os mais recomendados.<br />
As carnes de caça, ou exóticas como cordeiro,cabrito, javali,coelho,faisão, perdiz, pato e etc merecem ser degustadas com vinhos mais elaborados, finos e elegantes, de preferência de safras mais antigas, e neste particular os vinhos elaborados com as uvas Pinot Noir e Syrah são os ideais. Estes vinhos tem um aroma elegante e um corpo bem macio, que se casam bem com os sabores únicos destas carnes exóticas.<br />
Para as saladas em geral, sempre sem vinagres nos temperos, os brancos de Sauvignon Blanc são ideais. Leves e frescos, com aromas de frutas tropicais, estes vinhos têm uma acidez ideal para acompanhar as saladas incrementadas com frutos do mar e vegetais em conserva.<br />
Os peixes, exceto o bacalhau ao forno com tomates e pimentões, sempre aceitam um bom vinho branco, de preferência da uva Chardonnay, cuja acidez e corpo médio, realçam e harmonizam-se bem com os sabores delicados dos peixes.  Os vinhos de Sauvignon Blanc, também se encaixam bem nesta escolha.<br />
No geral, são os espumantes brut um grande coringa para acompanhar as refeições, do churrasco a uma mesa requintada, com a alta gastronomia posta. Os espumantes têm a virtude da leveza, e da digestão fácil, além de ajudar na digestão das gorduras. Como este tipo de vinho deve sempre ser degustado gelado, esta imposição só nos ajuda perante o nosso clima, geralmente quente.<br />
O mais importante é a liberdade de escolha, o vinho que lhe cai bem que é de seu gosto, passa a ser o melhor vinho do mundo, afinal, este vinho te satisfaz, e nada como sair feliz de uma mesa de refeição com o corpo e a alma satisfeitos! </p>
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		<title>Cava</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 17:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cava]]></category>
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		<description><![CDATA[Nome que os vinhos espumantes naturais recebem na Espanha.
A Espanha é a maior produtora do mundo deste tipo de vinho, suplanta a   França que tem o seu Champagne.
Em todo o território espanhol pode ser produzido, mas é na Catalunha, na Região do Pénedes, mais precisamente em San Sadurni de Noya que se concentra a maior e melhor produção. Nesta região as uvas Xerello, Macabeu e Perellada formam a base para a elaboração deste produto. Os dois métodos naturais de elaboração de espumantes são adotados, o Tradicional (champenoise) e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nome que os vinhos espumantes naturais recebem na Espanha.<br />
A Espanha é a maior produtora do mundo deste tipo de vinho, suplanta a   França que tem o seu Champagne.<br />
Em todo o território espanhol pode ser produzido, mas é na Catalunha, na Região do Pénedes, mais precisamente em San Sadurni de Noya que se concentra a maior e melhor produção. Nesta região as uvas Xerello, Macabeu e Perellada formam a base para a elaboração deste produto. Os dois métodos naturais de elaboração de espumantes são adotados, o Tradicional (champenoise) e o Charmat (fermentação em cubas de inóx). Segundo a graduação de açúcar, são produzidos 4 tipos de vinhos: o Extra Seco, o Seco, o Semi Seco e o Doce.<br />
A Cava é um produto tão popular em Espanha, que é difícil encontrar uma residência espanhola que não tenha uma ou várias garrafas de Cava no refrigerador. Ao saírem para seus programas noturnos, os espanhóis costumam marcar um ponto de encontro na casa de uma amigo e antes de sair para jantar ou dançar, todos tomam algumas “copas de cava”.<br />
As marcas mais famosas de Cavas são Codorniu e Freixenet, cada uma destas Casas produz anualmente quase 60 milhões de garrafas de Cavas. </p>
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		<title>Vinhos para as festas de Ano Novo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 16:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo ano é a mesma coisa: o que beber na ceia de Natal ou na ceia da passagem do ano?
Embora a liberdade deva imperar na hora da escolha, uma regra não pode ser quebrada jamais, ela é tácita, e a mesma é dada pela natureza. Nossas festas de fim de ano acontecem no verão e nós habitamos um país tropical, portanto: calor à vista.
Em vez de curtimos o nosso Saci Pererê, temos bonecos de neve em nossa decoração. O Papai Noel vem vestido dos pés a cabeça, e tem até ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo ano é a mesma coisa: o que beber na ceia de Natal ou na ceia da passagem do ano?<br />
Embora a liberdade deva imperar na hora da escolha, uma regra não pode ser quebrada jamais, ela é tácita, e a mesma é dada pela natureza. Nossas festas de fim de ano acontecem no verão e nós habitamos um país tropical, portanto: calor à vista.<br />
Em vez de curtimos o nosso Saci Pererê, temos bonecos de neve em nossa decoração. O Papai Noel vem vestido dos pés a cabeça, e tem até pele em sua roupa, ou seja, copiamos tudo do Natal europeu, só não temos o clima. Portanto, vinhos jovens e frescos, que devem ser bebidos gelados, são a pedida.<br />
Felizmente temos os espumantes, que bom, vinhos de excelente acidez e de grande frescor. Devem ser degustados bem gelados, de preferência perto dos 6 graus, assim enquanto comemos, nos refrescamos ao mesmo tempo.<br />
Nestas festas, em primeiro lugar, e que sempre tem preferência entre nós e a alta dosagem de exagero a mesa que todos cometemos. Primeiro na elaboração das comidas, altamente gordurosas, segundo na quantidade, parecendo que não voltaremos a comer jamais, e então comemos tudo em um só dia. Neste país tropical as frutas deveriam ser as eleitas nestas festividades, e existem diversas maneiras de consumi-las, até com a tradicional Sangria, que acaba se transformando em um agradável aperitivo. Elaborado com um bom vinho jovem, um pouco de soda e frutas diversas, a Sangria é uma boa opção para o consumo de álcool em dias de forte calor.<br />
As frutas secas, que aqui aportaram pelas mãos dos imigrantes europeus, estão na contra mão do consumo, porque são muito gordurosas, portanto ideais para serem consumidas onde há muito frio.<br />
A pedida para estas festas de fim de ano e também durante o verão são os Espumantes. Hoje no Brasil produzimos espumantes de qualidades superiores. A variedade disponível no mercado encanta aos olhos e aos bolsos, uma vez que temos grandes espumantes a R$ 15,00, podendo chegar a R$ 90,00, a garrafa. Seco, Meio Doce ou Doce, há variedade para todos os gostos, servidos bem gelados, os espumantes são companheiros ideais para toda uma refeição.<br />
Os vinhos são grandes facilitadores da confraternização humana, devem ser consumidos com parcimônia e devem trazer alegrias e não tristezas. Portanto, consuma conscientemente e Boas Festas!</p>
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		<title>Espumante</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 13:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Asti]]></category>
		<category><![CDATA[Cava]]></category>
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		<category><![CDATA[Sparkling Wine]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome que se dá à todos os vinhos produzidos fora da Região Demarcada de Champagne, que sofreram uma segunda fermentação, quer pelo método Tradicional ou pelo método Charmat. A língua portuguesa adota este termo para classificar este vinhos, na Alemanha são chamados de Sekt, na Espanha de Cava, nos Estados Unidos de Sparkling Wine, e a Itália tem um espumante, que é elaborado por um método intermediário que é chamado de Asti.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nome que se dá à todos os vinhos produzidos fora da Região Demarcada de Champagne, que sofreram uma segunda fermentação, quer pelo método Tradicional ou pelo método Charmat. A língua portuguesa adota este termo para classificar este vinhos, na Alemanha são chamados de Sekt, na Espanha de Cava, nos Estados Unidos de Sparkling Wine, e a Itália tem um espumante, que é elaborado por um método intermediário que é chamado de Asti.</p>
]]></content:encoded>
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