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	<title>Carlos Cabral &#187; Guia de vinhos</title>
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		<title>Conheça mais a rolha de cortiça</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 19:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[cortiça]]></category>
		<category><![CDATA[Enologia]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de vinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[A rolha é a parte mais importante de uma garrafa de vinho, já que é a única, com exceção da própria garrafa, que entra em contato direto com o vinho. Por isso, grande parte das garrafas de vinho é fechada com rolhas de cortiça, principalmente os vinhos considerados de guarda. 
Hoje em dia, já existem outros tipos de fechos de garrafas, como as tampas atarrachantes (similares das garrafas PET) ou rolhas sintéticas. Mas esses não possuem boa aprovação, principalmente pelos grandes produtores de vinho, já que não mantêm as mesmas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A rolha é a parte mais importante de uma garrafa de vinho, já que é a única, com exceção da própria garrafa, que entra em contato direto com o vinho. Por isso, grande parte das garrafas de vinho é fechada com rolhas de cortiça, principalmente os vinhos considerados de guarda. </p>
<p>Hoje em dia, já existem outros tipos de fechos de garrafas, como as tampas atarrachantes (similares das garrafas PET) ou rolhas sintéticas. Mas esses não possuem boa aprovação, principalmente pelos grandes produtores de vinho, já que não mantêm as mesmas propriedades da cortiça: aderência, impermeabilidade, longevidade e elasticidade.  O sistema de abrir a garrafa com rosca é o ScrullCap e está sendo bem aceito para os vinhos que não são de guarda, ou seja, 90% dos vinhos. </p>
<p>Além das qualidades descritas acima, a rolha de cortiça não deve permitir vazamentos nem transmitir gosto ao vinho. O vazamento ocorre quando a rolha não consegue segurar o líquido, despejando-o para fora da garrafa. Para que não ocorra o vazamento ou danificação do vinho, a rolha deve sofrer uma compressão de 6 mm no seu diâmetro durante o engarrafamento, para que haja uma boa vedação da garrafa. Geralmente, seu diâmetro é de 24 mm. </p>
<p>Já o comprimento está relacionado com o tempo em que o vinho será conservado, ou seja, quanto maior a conservação, maior o comprimento da rolha, já que com o tempo a rolha perde a coesão mecânica da cortiça. Por isso, vinhos de consumo rápido não necessitam de uma grande rolha. </p>
<p>Quando o vinho fica com “gosto de rolha”, é necessário efetuar a troca da rolha e da garrafa. O principal responsável por esta danificação do vinho é o TCA (2, 4, 6-tricloroanisol). Por isso, antes de servir o vinho cheire a rolha, ela só pode estar com o cheiro do vinho. Se estiver com cheiro de mofo, antes de tomar qualquer atitude, prove o vinho, já que o cheiro pode não ter passado para a bebida. Mas se o vinho estiver com o gosto ruim, solicite a troca de garrafa. </p>
<p>A cortiça da rolha é proveniente da casca do carvalho sobreiro (<em>Quercus suber</em>), a primeira retirada é feita depois de 14 anos de plantada a árvore e as próximas são feitas de 7 em 7 anos.</p>
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		<title>Livros que não podem faltar na estante de um enófilo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 20:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[enófilo]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Os iniciados no mundo do vinho têm uma vontade louca de conhecer tudo de uma só vez e logo descobrem ser impossível tal façanha, por 2 aspectos. Primeiramente pelo tempo, afinal não dá para degustar tudo o que queremos. Depois pelo volume de informações sobre este assunto. O conteúdo é tão vasto, que não dá para ser uma biblioteca ambulante.
O ideal é ter sempre a mão alguns livros básicos, daqueles que explicam quase tudo, deixando sempre algo a ser explorado para que o enófilo apaixonado saia a caça das informações ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os iniciados no mundo do vinho têm uma vontade louca de conhecer tudo de uma só vez e logo descobrem ser impossível tal façanha, por 2 aspectos. Primeiramente pelo tempo, afinal não dá para degustar tudo o que queremos. Depois pelo volume de informações sobre este assunto. O conteúdo é tão vasto, que não dá para ser uma biblioteca ambulante.<br />
O ideal é ter sempre a mão alguns livros básicos, daqueles que explicam quase tudo, deixando sempre algo a ser explorado para que o enófilo apaixonado saia a caça das informações mais detalhadas dos vinhos que mais lhe agradam.<br />
Quando se atinge tal estágio, este é o ápice de uma carreira de prazer bem sucedida, então, calmamente, vamos descobrindo livros e mais livros temáticos sobre o vinho que mais gostamos e percebemos, que assim como nós, alguém dedicou muito de seu tempo, revelando segredos sobre um só vinho. Daí em diante, partimos para a especialização.<br />
Mas como o universo do vinho é imenso e a cada ano surge uma nova região vinícola neste mundo, os livros atualizados aparecem a cada dia no mercado.<br />
De minha biblioteca temática, onde repousam 1.500 livros sobre vinhos, existe uma dezena deles que manuseio, quase que diariamente, a caça de sanar dúvidas ou aprender um pouco mais sobre o assunto. Minhas recomendações nesta área são:</p>
<p><strong>Atlas Mundial do vinho</strong><br />
Editora Nova Fronteira – Edição de 2008<br />
Este clássico foi anteriormente escrito somente pelo grande enófilo inglês Hugh Johnson quando da sua primeira edição em 1971. Em 1988, a Siciliano publicou a primeira edição brasileira, a qual tive o orgulho de fazer a revisão técnica. Agora, a Editora Nova Fronteira, reedita a obra, só que esta nova edição foi escrita por Hugh Johnson e Jancis Robinson, a grande dama do vinho.<br />
O Atlas Mundial do Vinho é uma obra, que podemos afirmar,  99% completa. Rico em ilustrações e principalmente em mapas, coloca o leitor em contato com as regiões  vinícolas mais importantes do mundo, chegando à riqueza de detalhes ao indicar as posições das mesmas. São 400 páginas de puro deleite, onde as regiões vinícolas da França são mais aquinhoadas nos detalhes dos mapas. Trata-se de um tratado moderno, com grandes comentários das experiências pessoais dos autores, que são idôneos e profissionalmente corretos.<br />
Embora seja um livro grande e que pesa quase 3 kg, deve ser considerado um livro de cabeceira! </p>
<p><strong>Dicionario Salvat del Vino</strong><br />
Este dicionário espanhol das Edições Salvat, editado em 2002, foi escrito por Mauricio Wiesenthal, grande estudioso de vinhos e que é atuante no mundo dos vinhos na Espanha. Mauricio reuniu 6.000 palavras ligadas ao vinho, que vão desde a Enologia, até as Denominações de Origem, passando por diversas personalidades. Com um texto fácil e extremamente didático, este livro é um compêndio organizado em ordem alfabética que ajuda muito no estudo de cada um dos temas estudados. Por ser um clássico, aqui não aparecem informações sobre estatísticas numéricas  dos vinhos, mas sua história e destaques específicos de todas as mais importantes regiões vinícolas do mundo e seus vinhos.<br />
Este livro não se encontra a venda no Brasil, sua aquisição deve ser por encomenda direta na Espanha junto à editora Salvat. </p>
<p><strong>Tintos e Brancos</strong><br />
De autoria do consagrado jornalista brasileiro, nascido em Jaú, interior do Estado de São Paulo, Saul Galvão, este clássico livro sobre vinhos teve sua primeira edição em 1992, pela editora ática, com apenas 290 páginas. A edição atual de Tintos e Brancos, editado pela Conex em setembro de 2006, tem 640 páginas. Assim fica fácil perceber o que o Saul Galvão degustou de 1992 até 2006, pois neste livro está relatada a impressão pessoal do jornalista como degustador de vinhos.<br />
Em um texto fácil, Saul explica tudo sobre as diversas regiões vinícolas do mundo, seus principais vinhos, e com bom humor, revela suas melhores e piores impressões sobre muitos, mas muitos vinhos. Outro destaque do livro é a explicação sobre as legislações vinícolas adotadas em cada região produtora, em diversas partes do mundo.<br />
Para nós brasileiros, este livro revela a grande experiência de um grande enófilo, que consumiu mais de 90% dos vinhos que degustou, aqui, em solo pátrio, onde muitas vezes são contestadas as formas de transportes dos vinhos, sua guarda e seu serviço. É uma experiência real recheada de emoções. </p>
<p><strong>Os segredos do vinho</strong><br />
O livro de autoria de  José Osvaldo Albano do Amarante, da Editorial Mescla, é uma grande viagem aos segredos do vinho. Amarante, enófilo de primeira hora, com quem tive o prazer de contar com a amizade e trabalho no início da criação da Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho, é um estudioso do vinho, que nos lembra um monge beneditino, tamanha a sua dedicação a causa de Baco.<br />
Em 1983, Amarante publicou seu primeiro livro que logo se tornou um sucesso editorial na área da enofilia, o “Vinhos do Brasil e do Mundo para conhecer e beber”da editora Sumus. Esse livro tornou-se a cartilha do novo enófilo brasileiro. Três anos depois, surgia o “Vinhos e Vinícolas do Brasil”, onde Amarante apresentava ao mercado sua grande paixão de então, o jovem vinho brasileiro.<br />
Neste seu novo livro, Os Segredos do Vinho, Amarante aborda com muita propriedade, um assunto que muitas vezes é difícil de explicar ao novo enófilo, a influência da madeira na maturação dos vinhos. Um capítulo inteiro sobre as diversas madeiras existentes no mundo para se confeccionar barricas, esclarece de vez todas as dúvidas.<br />
Hoje, Amarante é o diretor técnico da mais importante importadora de vinhos do Brasil, a Mistral, onde um catálogo com mais de 3.000 rótulos de vinhos está à disposição dos clientes. Nesse trabalho, que Amarante recolheu muitas das experiências que ele apresenta em seu livro, viajando por todas as regiões  vinícolas do mundo.</p>
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		<title>Guia Vinhos 2009</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/guia-vinhos-de-portugal-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 19:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo guia de vinhos portugueses de João Paulo Martins chega a 15ª edição e revela o crescimento da qualidade dos vinhos lusitanos. No guia, o leitor também encontra críticas ao modelo de cooperativas de vinhos e muito mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de chegar ao mercado o  “Guia Vinhos de Portugal 2009” de João Paulo Martins. Esta é a 15° edição deste livro que é a maior obra de referência sobre os vinhos de Portugal.<br />
João Paulo Martins é hoje a maior autoridade neste assunto, em Portugal. Tem uma bagagem de conhecimento adquirida por 15 anos ininterruptos nas provas de vinhos lusitanos.  Jornalista e há muitos anos redator na Revista de Vinhos a mais importante publicação portuguesa do assunto. Para realizar este trabalho, que leva sempre um ano exato para ser concluído, João Paulo realiza a maioria das provas dentro das instalações das Comissões Vinícolas Regionais, evitando assim ir a sede do produtor provar seus vinhos. A prova é livre, e todos os produtores podem enviar os vinhos que quiserem para a prova. Algumas, que não concordaram com as notas anteriores, dadas em outros anos, simplesmente não enviam suas novas amostras.<br />
Muito mais que um guia com milhares de vinhos provados, com suas respectivas notas, João Paulo aborda os temas cruciais da Vitivinicultura de Portugal que poucos gostam de falar. Refiro-me aos problemas enfrentados pelas Adegas Cooperativas, cujo modelo de trabalho está falido, além de ser arcaico, porque as Cooperativas insistem em fazer vinhos padronizados com as misturas de uvas de todos os seus associados. Claro que este seu trabalho, que é hoje o melhor de Portugal, não é unânime, existem muitas críticas daqueles que não aceitam suas opiniões, porém uma coisa é certa, a cada ano este guia ajuda a construir uma melhor imagem dos vinhos portugueses no mundo. A melhor constatação é que a qualidade média dos vinhos portugueses vem melhorando ano após ano, o que leva ao consumidor regular uma maior segurança na hora da escolha.<br />
Viajar pelas 444 páginas desse guia é um deleite para a alma, o bom mesmo seria poder provar todos os milhares de vinhos que o João Paulo, prazerosamente prova todos os anos. </p>
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