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	<title>Carlos Cabral &#187; harmonização</title>
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		<title>Harmonização inesquecível</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 20:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Recebendo um casal amigo em casa, daqueles que permitem improvisações e aceitam algumas mancadas, que felizmente não ocorreram, usei um pouco da improvisação para servir vinhos que combinassem com o que servimos, e a decisão do que tomar  em conjunto, ou seja, anfitrião e convidados opinaram e o bom senso fez com que tudo desse certo.
Para quebrar o gelo da chegada degustamos uma Champagne Mumm, em meu poder por 9 anos, portanto já apresentava uma cor amarela mais pujante e o inconfundível tostado, lembrando fermentos. Um champanhe adulto e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebendo um casal amigo em casa, daqueles que permitem improvisações e aceitam algumas mancadas, que felizmente não ocorreram, usei um pouco da improvisação para servir vinhos que combinassem com o que servimos, e a decisão do que tomar  em conjunto, ou seja, anfitrião e convidados opinaram e o bom senso fez com que tudo desse certo.</p>
<p>Para quebrar o gelo da chegada degustamos uma Champagne Mumm, em meu poder por 9 anos, portanto já apresentava uma cor amarela mais pujante e o inconfundível tostado, lembrando fermentos. Um champanhe adulto e bem maduro, que iniciou a degustação do primeiro prato, que foi uma salada com alface roxo, de nossa plantação, ou seja , mais natural, impossível! Temperada levemente com molho de limão, maionese de leite e gotas de mostarda. Em cima da alface, uma grossa fatia de foie gras fresco, que era adornado com uma porção pequena de caviar negro russo. </p>
<p>Logo em seguida degustamos um Riesling da Alsace Les Pierrets de Josmeyer 2001, que me foi presenteado por Serg Zahil, que é o importador desta iguaria. Uma harmonia total, acidez perfeita, um vinho de sabor inconfundível que arrancou de mim o seguinte comentário: É por isso que o Amarante (enófilo José Osvaldo Albano do Amarante que é fanático por Riesling) gosta tanto de Riesling!</p>
<p>Leda, minha esposa, havia preparado um cozido, igual ao que sua mãe lhe ensinou a fazer, com fortes características da culinária alemã. Em um dia com muito frio aqui em Itupeva, São Paulo, com temperaturas por volta dos 13 graus, o cozido veio a calhar.</p>
<p>Ofereci aos convidados o direito de escolha para acompanhar o cozido, um Chateau Montrose 1982 ou um Pera Manca 1997. A escolha foi para o Pera Manca, que por sinal estava soberbo. Uma compota, e a cada momento o vinho, que foi decantado com 30 minutos de antecedência, se apresentava robusto, soberbo e com taninos doces, e com uma longa permanência na boca, fato que agradou a todos. Repetimos o cozido e logo demos cabo da garrafa.</p>
<p>Para antes da sobremesa, chegou triunfante à mesa um queijo da Serra da Estrela. Então o momento da surpresa. O jovem do casal convidado nasceu no ano de 1970, portanto fui buscar uma garrafa de Porto Borges Vintage 1970. Contei aos presentes que aquela garrafa era a última de uma série que ganhei do meu amigo e Confrade Mario Saraiva Pinto, nos tempos saudosos de quando era diretor de exportação da Casa Borges. A esposa do convidado fez-me um pedido, gostaria que eu partisse a garrafa com a tenaz, técnica lusitana para se abrir vinhos velhos, pois ela só ouvira falar de tal método, mas nunca havia presenciado tal.</p>
<p>Mãos  à obra, tenaz ao lume, decanter de cristal, decantador com manivela e funil a postos, fomos à aventura. Deu tudo certo, o”clok” do vidro se partindo foi bem recebido, então partimos para o sacrifício. Os aromas de frutas vermelhas maduras e o álcool bem casado foram os dois pontos altos deste vinho, que pegou carona no bolo de nozes servido em seguida.</p>
<p>Éramos 4 convivas à mesa, quatro também foram as garrafas degustadas, fato que deixou todos em excelente estado de graça.</p>
<p>O mais interessante desta história é que este almoço foi marcado um dia antes, e os vinhos só selecionados na hora, e tudo foi tão perfeito quanto a Filarmônica de Berlin executando Beethoven!</p>
<p>Moral da história: Boa vontade, amigos e mesa farta, transformam tudo em um sábado inesquecível.</p>
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		<title>Harmonização de vinho e comida</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 17:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhamento]]></category>
		<category><![CDATA[espumantes]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, por não termos desde os primórdios de nossa história uma combinação clássica de comida e vinho, devido ao baixo consumo de vinhos entre nós, adotamos a escola européia para tal e adaptamos uma série de pratos brasileiros típicos para melhor desfrutarmos destas delícias da vida.
Gostamos e consumimos muita carne, o churrasco já é uma instituição nacional, e a carne, para as classes menos abastadas é até sinal de status, quando há carne na mesa é sinal que a situação econômica vai bem.
Para as carnes vermelhas, o vinho recomendado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, por não termos desde os primórdios de nossa história uma combinação clássica de comida e vinho, devido ao baixo consumo de vinhos entre nós, adotamos a escola européia para tal e adaptamos uma série de pratos brasileiros típicos para melhor desfrutarmos destas delícias da vida.<br />
Gostamos e consumimos muita carne, o churrasco já é uma instituição nacional, e a carne, para as classes menos abastadas é até sinal de status, quando há carne na mesa é sinal que a situação econômica vai bem.<br />
Para as carnes vermelhas, o vinho recomendado é o tinto, mas em se tratando de Brasil, este tinto deve ser leve, pois temos dias muito quentes, com muito sol, e um vinho velho, ou encorpado dificultará muito a digestão. Estes “senhores vinhos” mais velhos e elaborados, merecem ser degustados em dias de temperaturas mais baixas ou amenas. Nós hoje produzimos e importamos milhares de marcas de vinhos que estão prontos a beber, ou seja, vinhos  bons, jovens, que preferencialmente devem ser consumidos jovens, e dependendo do local onde estejam sendo consumidos, levemente refrescados, para que sejam mais agradáveis.<br />
As picanhas, maminhas, fraldinhas, contras-filé, filé mignon e outras carnes vermelhas grelhadas e só temperadas com sal, aceitam bem o acompanhamento de vinhos tintos das uvas Merlot ou Carmenère. Sobre os primeiros, o Brasil é craque em produzi-los. Nossos Merlots são frescos e elegantes,  e não são pesados. Os Carmenères do Chile são um capítulo à parte, vinhos de cor forte e aromas ora herbáceos ou defumados, casam-se muito bem com as carnes mais gordurosas.<br />
Se for comer cupim, carne de porco com gordura, ou até mesmo deixar a picanha assar com sua capa de gordura, um vinho jovem da uva Cabernet Sauvignon é a pedida. Este sim, muito herbáceo nos aromas, lembrando pimentão verde, tem um corpo médio, sente-se muito bem o preenchimento na boca, graças aos seus taninos jovens, que ajudam na digestão da gordura.<br />
Se as carnes grelhadas forem brancas, como o frango, um bom espumante brut é uma delícia, combinam bem e não provocam a sensação de estômago muito cheio, neste particular, os espumantes brasileiros são os mais recomendados.<br />
As carnes de caça, ou exóticas como cordeiro,cabrito, javali,coelho,faisão, perdiz, pato e etc merecem ser degustadas com vinhos mais elaborados, finos e elegantes, de preferência de safras mais antigas, e neste particular os vinhos elaborados com as uvas Pinot Noir e Syrah são os ideais. Estes vinhos tem um aroma elegante e um corpo bem macio, que se casam bem com os sabores únicos destas carnes exóticas.<br />
Para as saladas em geral, sempre sem vinagres nos temperos, os brancos de Sauvignon Blanc são ideais. Leves e frescos, com aromas de frutas tropicais, estes vinhos têm uma acidez ideal para acompanhar as saladas incrementadas com frutos do mar e vegetais em conserva.<br />
Os peixes, exceto o bacalhau ao forno com tomates e pimentões, sempre aceitam um bom vinho branco, de preferência da uva Chardonnay, cuja acidez e corpo médio, realçam e harmonizam-se bem com os sabores delicados dos peixes.  Os vinhos de Sauvignon Blanc, também se encaixam bem nesta escolha.<br />
No geral, são os espumantes brut um grande coringa para acompanhar as refeições, do churrasco a uma mesa requintada, com a alta gastronomia posta. Os espumantes têm a virtude da leveza, e da digestão fácil, além de ajudar na digestão das gorduras. Como este tipo de vinho deve sempre ser degustado gelado, esta imposição só nos ajuda perante o nosso clima, geralmente quente.<br />
O mais importante é a liberdade de escolha, o vinho que lhe cai bem que é de seu gosto, passa a ser o melhor vinho do mundo, afinal, este vinho te satisfaz, e nada como sair feliz de uma mesa de refeição com o corpo e a alma satisfeitos! </p>
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		<title>Degustação de Vinhos Portugueses</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 10:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização]]></category>
		<category><![CDATA[Ribatejo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizou-se no dia 25 de novembro de 2008, uma degustação de vinhos portugueses na sede do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, promovida pela VINIPORTUGAL, órgão que promove  os vinhos de Portugal. A seleção dos vinhos degustados foi feita pelo Confrade Dr. Mario Telles Jr., da ABS.
Foram degustados os seguintes vinhos:
Vinho Verde Morgadio da Torre Alvarinho 2007, com aromas penetrantes de frutas tropicais, e uma longa permanência no retrogosto, chega a ser um sabor untuoso. Com acidez correta, mostrou ser um grande vinho para acompanhar peixes e frutos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizou-se no dia 25 de novembro de 2008, uma degustação de vinhos portugueses na sede do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, promovida pela VINIPORTUGAL, órgão que promove  os vinhos de Portugal. A seleção dos vinhos degustados foi feita pelo Confrade Dr. Mario Telles Jr., da ABS.<br />
Foram degustados os seguintes vinhos:<br />
Vinho Verde Morgadio da Torre Alvarinho 2007, com aromas penetrantes de frutas tropicais, e uma longa permanência no retrogosto, chega a ser um sabor untuoso. Com acidez correta, mostrou ser um grande vinho para acompanhar peixes e frutos do mar. Neste particular, a Sogrape, a casa produtora deste vinho e que é a maior vinícola de Portugal, consegue produzir este vinho quase que artesanalmente, o que confere ao vinho uma qualidade superior.<br />
Em seguida foi degustado um Dão muito especial, o Quinta do Corujão Grande Escolha 2004. Embora jovem, estava macio e muito agradável. Vinho clássico obtido do feliz casamento de vinhos das castas Jaen, Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz, seus aromas eram florais e herbáceos, dando-lhe toques balsâmicos. Este vinho faz parte do grupo dos vinhos “Dão Nobre”.<br />
Seguimos com o Paulo Laureano Alicante Bouschet 2005, do Alentejo. Este enólogo, que está mais para “mago” do que para ser humano normal, consegue fazer milagres com esta cepa, que embora seja francesa, fez morada em Portugal, e lá dá origem  a caldos espetaculares. Paulo Laureano já confessou que este é o melhor Alicante Bouschet que já produziu. Não está enganado, o vinho é simplesmente sublime, tem gosto de quero mais! Com acidez correta, muito corpo e personalidade, da olfação a degustação, uma sinfonia de prazer nos acompanha. E de pensar que o Alentejo foi descoberto, para grande vinhos, só há passados 20 anos!<br />
Partimos para degustar o Lagoalva de Cima Syrah 2005, vinho do Ribatejo, uma raridade, esta casta francesa cultivada nos ricos solos desta região, responsável pela maior produção de vinhos de Portugal. O Vinho apresentava aromas de madeira, fruto de seu estágio em barricas de carvalho novo por muito tempo, além dos aromas penetrantes de menta e hortelã. Outra obra de arte.<br />
Do Douro, degustamos o Quinta do Crasto Touriga Nacional 2005. Este, um monumento &#8211; Meu Deus! Que vinho! Sei que sou suspeito, pois sou um “dourólogo” convicto e praticante. Conheço bem a Quinta do Crasto no Douro e o Thomaz Roquette, o entusiasmado administrador da Quinta da família.<br />
Acredito, pelo o que já provei, que este vinho nada deve ao Maria Tereza, o vinho ícone da Casa. Duas palavras definem este vinho: Nobre e elegante.<br />
Por último, degustamos o Moscatel de Setubal Roxo Quinta da Bacalhoa 1997. É famosa a produção de moscatéis na Península de Setubal e este não decepcionou em nada. Vigoroso, untuoso e com um perfume inebriante, e com sua tradicional cor de ouro, bem límpido, este é o vinho dos encantos e o grande companheiro dos pratos mais exóticos da culinária mundial, como o Foie gras.<br />
Seguiu-se um rico jantar elaborado pelos Chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo do Restaurante Mani, e uma outra bateria de vinhos deu seqüência à harmonização com os pratos.</p>
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		<title>Livro novo na praça</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[Comida e Vinho: Harmonização Essencial Dois renomados Josés, mestres da arte dos vinhos, se juntaram para editar um livro chamado “Comida e Vinho: Harmonização Essencial”. José Ivan Santos e José Maria Santana, lançaram em outubro, na Livraria Cultura, esta obra que irá ajudar, e muito, aos indecisos na hora de harmonizar vinhos e comidas. Competência não falta à dupla, José Ivan, engenheiro que já foi professor de física em cursinhos pré-universitários, apaixonou-se pelo vinho quando de suas viagens profissionais ao exterior. Editou pela editora Senac o livro “Vinhos, o essencial”, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_352" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a href="http://www.coisasdemenina.com.br/carloscabral/wp-content/uploads/2008/10/comida-e-vinho.jpg"><img src="http://www.coisasdemenina.com.br/carloscabral/wp-content/uploads/2008/10/comida-e-vinho.jpg" alt="Comida e Vinho: Harmonização Essencial " title="comida-e-vinho" width="192" height="296" class="size-medium wp-image-352" /></a><p class="wp-caption-text">Comida e Vinho: Harmonização Essencial </p></div>Dois renomados Josés, mestres da arte dos vinhos, se juntaram para editar um livro chamado “Comida e Vinho: Harmonização Essencial”. José Ivan Santos e José Maria Santana, lançaram em outubro, na Livraria Cultura, esta obra que irá ajudar, e muito, aos indecisos na hora de harmonizar vinhos e comidas. Competência não falta à dupla, José Ivan, engenheiro que já foi professor de física em cursinhos pré-universitários, apaixonou-se pelo vinho quando de suas viagens profissionais ao exterior. Editou pela editora Senac o livro “Vinhos, o essencial”, com grande sucesso. José Maria Santana, jornalista e articulista de sucesso da Revista Gula, tem uma rica história de mais de 30 anos com os vinhos. Livro com muitas dicas e conselhos, esta obra é orientadora  e não tira do consumidor a liberdade de escolha, direcionada para a melhor escolha.</p>
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