﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Carlos Cabral &#187; serra gaúcha</title>
	<atom:link href="http://www.carloscabral.com.br/tag/serra-gaucha/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.carloscabral.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 11:46:19 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Espumantes brasileiros são muito premiados no exterior</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/espumantes-brasileiros-sao-muito-premiados-no-exterior/</link>
		<comments>http://www.carloscabral.com.br/espumantes-brasileiros-sao-muito-premiados-no-exterior/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 12:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Espumantes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[exterior]]></category>
		<category><![CDATA[o vinho do verão]]></category>
		<category><![CDATA[premiados]]></category>
		<category><![CDATA[serra gaúcha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.carloscabral.com.br/?p=1362</guid>
		<description><![CDATA[
Premiado em diversos concursos internacionais, os vinhos espumantes brasileiros são reconhecidos no mundo inteiro tanto pela excelência de paladar como pela qualidade na elaboração. O solo, as condições climáticas e o cultivo das uvas são alguns dos motivos que garantem esse reconhecimento internacional da qualidade do espumante brasileiro.
Espumantes produzidos na Serra Gaúcha são elaborados em condições climáticas que normalmente seriam hostis para a produção de vinhos, porém essas condições somadas à acidez do solo proporcionam ao espumante brasileiro qualidades especiais. O volume de chuva não favorece o amadurecimento da uva, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/12/espumante.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2011/12/espumante.jpg" alt="" title="" width="300" height="281" class="alignright size-full wp-image-1363" /></a><br />
Premiado em diversos concursos internacionais, os vinhos espumantes brasileiros são reconhecidos no mundo inteiro tanto pela excelência de paladar como pela qualidade na elaboração. O solo, as condições climáticas e o cultivo das uvas são alguns dos motivos que garantem esse reconhecimento internacional da qualidade do espumante brasileiro.</p>
<p>Espumantes produzidos na Serra Gaúcha são elaborados em condições climáticas que normalmente seriam hostis para a produção de vinhos, porém essas condições somadas à acidez do solo proporcionam ao espumante brasileiro qualidades especiais. O volume de chuva não favorece o amadurecimento da uva, fazendo com que a bebida não fique muito doce.</p>
<p>Apesar de conhecido como “o Vinho do Verão”, o espumante brasileiro combina com diversas ocasiões, já que é uma bebida leve e que deve ser servida gelada. Comumente consumido nas festas de Natal e Ano Novo, o espumante possue fama de ser um vinho mais sofisticado, porque geralmente está relacionado a comemorações especiais, o que espanta um pouco os brasileiros a consumirem essa bebida no dia a dia.</p>
<p>Nossos espumantes possuem cor que varia do amarelo pálido ao amarelo ouro, mas também podem ser encontrados em tons do rosa ao avermelhado. O aroma é logo sentido já que é potencializado pelas borbulhas características da bebida e pode lembrar algumas frutas, pães e outros odores que variam de acordo com as uvas usadas na produção. Ao colocar o espumante na boca, o sabor é sutilmente ácido e as borbulhas proporcionam sensação diferente à do vinho.</p>
<p>Além dos diferenciais já citados, se comparados aos importados, os espumantes brasileiros têm preços acessíveis e competitivos, além da qualidade que a cada ano evolui mais. Diante dessas considerações, não espere apenas o Natal e Ano Novo e inclua os espumantes brasileiros definitivamente na lista de vinhos bebidos regularmente. Do ponto de vista da harmonização você vai perceber que o espumante pode funcionar perfeitamente como um coringa, acompanhando refeições inteiras, exceto as sobremesas. Experimente!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carloscabral.com.br/espumantes-brasileiros-sao-muito-premiados-no-exterior/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Darcy Miolo</title>
		<link>http://www.carloscabral.com.br/darcy-miolo/</link>
		<comments>http://www.carloscabral.com.br/darcy-miolo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 18:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personalidades do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Enologia]]></category>
		<category><![CDATA[serra gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[Vale dos Vinhedos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.coisasdemenina.com.br/carloscabral/?p=362</guid>
		<description><![CDATA[Quando Giuseppe Miolo chegou na serra gaúcha em 1897, não podia imaginar que seu nome, um século depois seria cantado em verso e prosa pelo Brasil inteiro, e agora por certas partes do mundo. Como todo italiano do Vêneto que se aventurou a vir fazer vinhos na serra Gaúcha, Giuseppe recebeu um lote de terra, no chamado hoje de Vale dos Vinhedos. O seu lote era o de número 43. Logo Giuseppe começou a produzir uvas e a entregá-las às poucas vinícolas que no início do século XX existiam na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Giuseppe Miolo chegou na serra gaúcha em 1897, não podia imaginar que seu nome, um século depois seria cantado em verso e prosa pelo Brasil inteiro, e agora por certas partes do mundo. Como todo italiano do Vêneto que se aventurou a vir fazer vinhos na serra Gaúcha, Giuseppe recebeu um lote de terra, no chamado hoje de Vale dos Vinhedos. O seu lote era o de número 43. Logo Giuseppe começou a produzir uvas e a entregá-las às poucas vinícolas que no início do século XX existiam na região.</p>
<p>Seus netos, muitos anos depois, resolveram em 1989 começar a produzir um vinho próprio, para vender a granel, e não mais vender suas uvas. Em 1994 começa então a surgir no mercado um vinho com a marca da família Miolo.</p>
<p>Foi em 1989 que conheci Darcy Miolo. Calmo, com aquela fala cantada, típica dos gaúchos da serra, Darcy me mostrou uma sala de dimensões pequenas, onde em 3 grandes balseiros  (barrica grande) de madeira  e uma mesa com apenas 2 cadeiras mobiliavam o ambiente. </p>
<p>Provei daquele vinho, não era mal, já era diferente de muitos outros que eu conhecia na serra gaúcha. Darcy falo-me de seus sonhos, que junto de seus irmãos Paulo e Antonio, pretendiam ter seu vinho próprio, e como se fosse uma criança na Disney, começou a mostrar-me, do lado de fora desse galpão, onde ficariam instaladas as enormes seções de sua futura vinícola.</p>
<p>Voltei no ano seguinte, e aí, degustando outros vinhos, fomos comer na Osteria Miolo, nome que recebeu a antiga adega no sub-solo da casa de Giuseppe Miolo. Lá sua mãe e sua esposa prepararam um jantar, bem típico do Vêneto, e a conversa estendeu-se por muitas horas. Darcy falava dos seus 5 filhos, estrategicamente distribuídos dentro deste sério negócio dos vinhos.</p>
<p>Adriano, estava se formando enólogo na Escola Dom Bosco de Enologia em Mendoza, iria cuidar da criação dos vinhos, para a parte comercial, escalou os outros 3 filhos, Fabio ficaria com São Paulo, Alexandre iria para o Nordeste, mas depois transferiu-se para o Rio de Janeiro, Marcos ficaria em Santa Catarina,  Cassio, o caçula, com 16 anos era o piloto do trator da propriedade e ainda não tinha se definido.</p>
<p>Em, 1994 encontrei o Darcy novamente falando em planos, só que desta vez o sonho já começava a se transformar em realidade, uma moderna cantina, com o que há de mais moderno no mundo da enologia estava sendo implantada. Falamos da idéia de construir um arco na entrada da vinícola, onde todos os turistas que visitassem a Miolo, certamente iriam querer tirar fotos.</p>
<p>Parecia uma obra inacabada, em cada ano, na minha visita, surgia uma ala nova da cantina, no sub-solo da mesma começavam a se alinhar as barricas de carvalho francês e americano, que eram montadas no Rio Grande do Sul, e em meio a esse progresso todo vem o Darcy e me diz:<br />
&#8220;compramos uma imensa propriedade de 400ha na fronteira do Brasil com o Uruguai, que irá se chamar Fortaleza do Seival, vamos fazer vinhos lá e exportar para o mundo!&#8221;, afirmou.</p>
<p>Fiquei de boca aberta, mal estava começando a andar a vinícola na Serra Gaúcha, e lá vinha o Darcy com outra Disneylandia! E não parou ali, falou do SPA Hotel, e das demais associações que estavam a caminho.</p>
<p>Gostou tanto da fronteira, que levou a esposa para morar lá na Fortaleza do Seival, começou a criar ovelhas, apaixonou-se pela coisa, ao ponto de ganhar muitos prêmios nacionais com o seus animais. Encantado com o neto caçula, filho do Cassio, levou o filho também para o Seival, fato que estimulou o filho a estudar Veterinária, e agora estão criando cavalos.</p>
<p>Darcy é um homem de luta, passou por sérios problemas de saúde, e nas vezes que o encontrei com dores, o entusiasmo não lhe saía da cabeça, somente faltava-lhe um pouco de sorrisos.</p>
<p>Dentro da vitivinicultura brasileira, tranqüilamente eu votaria em Darcy como o homem de visão do vinho nacional. No momento, faz 2 anos que não vejo ou falo com o Darcy, mas estou aqui louco para saber qual será a sua próxima idéia, e se terá ações no mercado, porque assim posso apostar minhas fichas com segurança!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.carloscabral.com.br/darcy-miolo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

