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	<title>Carlos Cabral &#187; vinho do Porto</title>
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		<title>Vinho de sobremesa – Conheça essa harmonização e surpreenda-se!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[aguardente vínica]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
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		<description><![CDATA[Para todos os pratos de uma refeição existe um vinho para harmonização. Com as sobremesas não poderia ser diferente. Em geral, são os vinhos doces que harmonizam com os pospastos e o Vinho do Porto é o principal vinho de sobremesa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para todos os pratos de uma refeição existe um vinho para harmonização. Com as sobremesas não poderia ser diferente. Em geral, são os vinhos doces que harmonizam com os pospastos e o Vinho do Porto é o principal vinho de sobremesa.</p>
<p>Para ficar mais doce e alcoólico, o Vinho do Porto recebe adição de aguardente vínica durante a fermentação. Essa bebida acompanha muito bem o chocolate, pela sua estrutura, corpo, taninos, álcool e açúcar.</p>
<p>Os vinhos que melhor harmonizam com as sobremesas de chocolate são do tipo LBV ou vintages jovens e frutados, além do Ruby. Já os doces que tem como base açúcar e ovos, combinam com os Tawnies 10 e 20 anos. Para os pratos de frutas, creme, baunilha e amêndoas têm seu sabor realçado por Tawnies mais jovens, como o Reserva Tawny ou Tawny 10 anos. Se a sobremesa tiver como base o queijo, a harmonização fica melhor com o Ruby Reserva ou o LBV. Mas se os queijos forem mais fortes, a melhor opção é o Porto Vintage ,companheiro ideal dos queijos Serra da Estrela e do Stilton..</p>
<p>Antes de escolher o melhor vinho para a sua sobremesa, lembre-se que o vinho deve ser sempre mais doce que a sobremesa, fazendo com que um realce o sabor do outro. E, independente da sua escolha, fique atento à temperatura da bebida. Vinhos doces naturais são servidos frios e os fortificados são servidos em temperatura ambiente ou levemente gelados, aqui no Brasil.</p>
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		<title>Desvendando os mitos sobre o Vinho do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Básico de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Headline]]></category>
		<category><![CDATA[norte de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[região demarcada do Douro]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos mais de 300 anos de produção do Vinho do Porto, muitos mitos sobre a bebida foram criados, alguns deles iremos esclarecer e desmistificar, já outras lendas devem ser mantidas para preservar a magia e a tradição da história do Vinho do Porto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2012/01/vinho.jpg"><img src="http://www.carloscabral.com.br/wp-content/uploads/2012/01/vinho-300x199.jpg" alt="" title="" width="300" height="199" class="alignright size-medium wp-image-1386" /></a></p>
<p>O Vinho do Porto é um vinho produzido com uvas da região demarcada do Douro, norte de Portugal. Nos mais de 300 anos de produção do Vinho do Porto, muitos mitos sobre a bebida foram criados, alguns deles iremos esclarecer e desmistificar, já outras lendas devem ser mantidas para preservar a magia e a tradição da história do Vinho do Porto.</p>
<p>“O Vinho do Porto dura para sempre mesmo depois de aberto” – A bebida depois de aberta deve ser consumida, no máximo, em três ou quatro semanas. Após esse período, o Vinho do Porto começa a oxidar e perder suas qualidades.</p>
<p>“O Vinho do Porto sempre deve ser decantado” – Quando o Vinho do Porto é engarrafado já está em condições de ser consumido e não precisa ser decantado, desmistificando esse antigo mito. Os portos de categoria normais (Tawny, Ruby e White) não necessitam ser decantados. Os Portos Vintages e LBV, com idades acima de 10 anos após sua colheita, é recomendado que sejam decantados, pois estão sujeitos a depositarem borras no fundo das garrafas.</p>
<p>“O Vinho do Porto deve ser servido à temperatura ambiente” – Esse mito já foi verdadeiro quando, antigamente, a temperatura ambiente variava entre 17ºC e 18ºC em algumas localidades. Atualmente, a temperatura recomendada da bebida fica entre 16°C e 18°C e, como a temperatura ambiente não é mais a mesma, o Vinho do Porto deve ser refrescado.</p>
<p>“O Vinho do Porto só pode ser bebido como aperitivo ou vinho de sobremesa” – Muitas pessoas acreditam nesse mito. Claro que essas duas opções são muito agradáveis, mas isso não deve ser uma regra. O Vinho do Porto é uma bebida que combina com vários tipos de comida em diversas ocasiões. Alguns pratos requintados e especiais, com presença de gordura, que tradicionalmente são servidos em países nórdicos, deram-se muito bem com o Vinho do Porto, quando as temperaturas de inverno estão muito baixas.</p>
<p>“O Vinho do Porto causa dores de cabeça” – Esse é um dos mitos mais famosos sobre o Vinho do Porto. A bebida não causa dor de cabeça e, pelo contrário, o Vinho do Porto é benéfico para saúde, desde que bebido moderadamente. Este é o segredo, beber moderadamente. Aquelas pessoas que são sensíveis ao consumo de álcool não devem fazer usos dessas bebidas, mesmo as de baixa graduação alcoólica.</p>
<p>Agora que os mitos sobre o Vinho do Porto já foram desvendados, aproveitem e degustem uma taça dessa bebida que é a mais famosa das que são produzidas em Portugal.</p>
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		<title>Confira como foi o lançamento do Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 18:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionário Ilustrado]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1º de agosto, os amigos Manuel Pintão e Carlos Cabral receberam apreciadores de vinho para o lançamento do Dicionário Ilustrado do Vinho Porto, no Consulado Geral de Portugal (Instituto Camões), em São Paulo. Na mesma semana, os autores foram à Embaixada de Portugal em Brasília para seguir com a divulgação do dicionário. 
A obra é resultado de seis anos de pesquisa intensa e do vasto conhecimento dos autores sobre o assunto. Único no mundo dos vinhos, o Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto é uma publicação completa sobre o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1º de agosto, os amigos Manuel Pintão e Carlos Cabral receberam apreciadores de vinho para o lançamento do Dicionário Ilustrado do Vinho Porto, no Consulado Geral de Portugal (Instituto Camões), em São Paulo. Na mesma semana, os autores foram à Embaixada de Portugal em Brasília para seguir com a divulgação do dicionário. </p>
<p>A obra é resultado de seis anos de pesquisa intensa e do vasto conhecimento dos autores sobre o assunto. Único no mundo dos vinhos, o Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto é uma publicação completa sobre o mais famoso vinho de Portugal, que possui uma seleção de mais de três mil verbetes, enriquecidos com 620 ilustrações em cores, reunidos em 575 páginas. </p>
<p><a href="http://www.carloscabral.com.br/livros/dicionario-ilustrado-do-vinho-do-porto/" target="_blank">Clique aqui </a>para mais informações sobre o livro.</p>
<p>Confira algumas imagens do evento na galeria abaixo:</p>
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		<title>Preparando o Vinho do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Obviamente, tudo começa na colheita das uvas, que acontece entre o início de setembro e final de outubro na Região Demarcada do Douro. Em seguida, as uvas são encaminhadas para tanques automatizados de aço inoxidável, onde serão esmagadas. Felizmente, esses tanques automatizados não são a regra de produção no Douro. Muitas vinícolas continuam usando o tradicional método da pisa, ou seja, as uvas são esmagadas por pés humanos, único método utilizado até a década de 1960.
A pisa, que é feita em lagares com capacidade para até 7.500 litros de vinho, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obviamente, tudo começa na colheita das uvas, que acontece entre o início de setembro e final de outubro na Região Demarcada do Douro. Em seguida, as uvas são encaminhadas para tanques automatizados de aço inoxidável, onde serão esmagadas. Felizmente, esses tanques automatizados não são a regra de produção no Douro. Muitas vinícolas continuam usando o tradicional método da pisa, ou seja, as uvas são esmagadas por pés humanos, único método utilizado até a década de 1960.</p>
<p>A pisa, que é feita em lagares com capacidade para até 7.500 litros de vinho, é um verdadeiro ritual. Homens e mulheres ficam com a metade de suas pernas submersas e esmagam as uvas com uma dança sincronizada enquanto ouvem o som de músicas alegres ou cantam. Os pés humanos são muito mais eficientes do que uma máquina quando o assunto é a pisa. Eles são perfeitos para esmagar as cascas e misturá-las com o sumo sem esmagar as minúsculas sementes que possuem tanino de gosto amargo.</p>
<p>Depois dessa etapa, começa a fermentação – momento em que o açúcar natural das uvas transforma-se em álcool. Quando isso acontece, a fermentação precisa ser interrompida. Nessa etapa, a aguardente de uva é misturada ao vinho. Como a graduação alcoólica da aguardente é altíssima (77%), a levedura do vinho morre, interrompendo a fermentação.</p>
<p>Mas o processo não pára por aí. Em seguida temos o amadurecimento e envelhecimento do vinho, estágios extremamente relevantes. Como existem diversos tipos de Vinho do Porto, as maneiras como eles amadurecem e envelhecem também variam muito. Em todos os casos, o resultado final é um vinho doce e extremamente saboroso.  </p>
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		<title>A história do Vinho do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não existem fronteiras para o Vinho do Porto. Mundialmente aceito e admirado, este vinho fortificado é um dos principais produtos de exportação de Portugal. Até os mais inexperientes no mundo de Baco conhecem a fama e qualidade da bebida, mas a história desse tinto adocicado servido em pequeninos copos continua desconhecida por muitos enófilos.
Ainda são pouco conhecidas as origens da cultura da vinha no Douro, mas é certo que o título “Vinho do Porto” surgiu apenas na segunda metade do século XVII. Obviamente a nomeação deriva da cidade do Porto, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existem fronteiras para o Vinho do Porto. Mundialmente aceito e admirado, este vinho fortificado é um dos principais produtos de exportação de Portugal. Até os mais inexperientes no mundo de Baco conhecem a fama e qualidade da bebida, mas a história desse tinto adocicado servido em pequeninos copos continua desconhecida por muitos enófilos.</p>
<p>Ainda são pouco conhecidas as origens da cultura da vinha no Douro, mas é certo que o título “Vinho do Porto” surgiu apenas na segunda metade do século XVII. Obviamente a nomeação deriva da cidade do Porto, a segunda maior de Portugal, onde a produção de Vinho do Porto é centralizada.</p>
<p>Os comerciantes ingleses tiveram participação essencial no surgimento do Vinho do Porto que começou a ser produzido em 1680. A maioria das empresas produtoras foi aberta pelos britânicos, considerados os descobridores desse néctar. O interesse dos ingleses no vinho português era tanto que Portugal e Inglaterra assinaram, em 1703, o tratado de Methuen, que dava preferência ao vinho português em relação ao francês.</p>
<p>Com a procura cada vez mais alta pelo Vinho do Porto, o Douro tentou adaptar-se às novas exigências do mercado, mas as fraudes no produto foram inevitáveis. Isso fez com que os preços caíssem muito e, por consequência, os ingleses decidissem não comprar mais vinhos por conta das alterações na qualidade da bebida. O resultado foi uma crise para o vinho duriense, cujas exportações praticamente estagnaram em meados do século XVIII. </p>
<p>A grave situação fez com que os vinhateiros (pessoas que preparam ou vendem o vinho) pressionassem o governo para a criação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, em 1756. Essa instituição garantiu a qualidade do produto e conseguiu controlar as adulterações no vinho. Hoje, essa tarefa pertence ao Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, que garante a autenticidade do Vinho do Porto.</p>
<p>No ano seguinte, em 1757, o estadista português Marquês de Pombal delimitou as principais áreas produtoras de vinho do Vale do Douro. Por essa razão, o Vinho do Porto vem somente de um lugar no mundo: a Região Demarcada do Douro, de 112 quilômetros de extensão.</p>
<p>Vale contar que, no início, o Vinho do Porto não tinha as características que conhecemos hoje. Antes, ele era fortificado com 3% de aguardente de uva, uma quantidade pequena acrescentada apenas para que a bebida suportasse a viagem até a Inglaterra. No ano de 1820, porém, as vendas dispararam com uma safra mais doce e madura. O sucesso foi tanto que os produtores decidiram adicionar uma quantidade maior de aguardente vínica no ano seguinte, visando aumentar a doçura do vinho e conter a fermentação. A nova safra foi um sucesso e resultou na fórmula do Vinho do Porto como conhecemos hoje. </p>
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		<title>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, antes chamado apenas Instituto do Vinho do Porto, foi criado em 1933 para garantir a autenticidade de um dos produtos mais importantes para Portugal – o Vinho do Porto. O órgão tem a função de certificar e fiscalizar a Denominação de Origem e controlar a qualidade e quantidade dos vinhos. Para isso, faz um rigoroso controle de qualidade em todo processo produtivo. Só depois de completamente aprovado pelo Instituto é que um vinho passa a ter o direito de usar o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, antes chamado apenas Instituto do Vinho do Porto, foi criado em 1933 para garantir a autenticidade de um dos produtos mais importantes para Portugal – o Vinho do Porto. O órgão tem a função de certificar e fiscalizar a Denominação de Origem e controlar a qualidade e quantidade dos vinhos. Para isso, faz um rigoroso controle de qualidade em todo processo produtivo. Só depois de completamente aprovado pelo Instituto é que um vinho passa a ter o direito de usar o nome “Porto”, recebendo o Selo de Garantia e o Certificado de Denominação de Origem. </p>
<p>O trabalho também é criterioso na hora de declarar a safra. O produtor precisa enviar amostras do vinho ao Instituto declarando formalmente suas intenções. Caso ele receba a aprovação, a safra de seu Porto pode ser declarada e o rótulo pode conter as palavras “Vintage Port”. Declarar ou não o ano de um Vintage é uma opção de cada produtor. Em geral, os anos realmente excelentes para o Vintage são aqueles que foram declarados pela maioria dos produtores, o que acontece poucas vezes por década.</p>
<p>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto possui três locais onde os visitantes e amantes do Vinho do Porto podem ter ótimas experiências. São três solares, um no Porto, um em Lisboa e o outro na Régia. Todos esses espaços, requintados e acolhedores, organizam degustações de Vinho do Porto, promovem almoços e jantares, e comercializam publicações sobre o Vinho do Porto e a região do Douro. </p>
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		<title>Douro – Conheça a terra onde nasce o Vinho do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:12:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais de 80 mil propriedades vinícolas estão instaladas no Douro. Os vinhedos plantados na região crescem em um ambiente aparentemente inóspito, nas encostas extremamente íngremes (com inclinações de até 70 graus) formadas por xisto e granito. Esse tipo de solo drena a água, possibilitando que os ramos da videira se infiltrem na terra pelas fendas rochosas, chegando muitas vezes a até 20 metros de profundidade na busca por nutrientes. Completamente enterrados, os ramos encontram um ambiente mais estável e assim conseguem sobreviver ao clima austero da região.
Os invernos no Douro ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 80 mil propriedades vinícolas estão instaladas no Douro. Os vinhedos plantados na região crescem em um ambiente aparentemente inóspito, nas encostas extremamente íngremes (com inclinações de até 70 graus) formadas por xisto e granito. Esse tipo de solo drena a água, possibilitando que os ramos da videira se infiltrem na terra pelas fendas rochosas, chegando muitas vezes a até 20 metros de profundidade na busca por nutrientes. Completamente enterrados, os ramos encontram um ambiente mais estável e assim conseguem sobreviver ao clima austero da região.</p>
<p>Os invernos no Douro são rigorosos, mas os verões têm fama de ser ainda mais difíceis, podendo chegar a até 50°C. Mas como a região está separada do clima úmido e fresco do oeste de Portugal pela cadeia de montanhas Serra do Marão, o calor na área é muito seco, melhorando as condições para as videiras. </p>
<p>A qualidade das uvas produzidas nos vários vinhedos varia muito por conta das condições distintas a que as plantações estão submetidas, como diferentes altitudes, inúmeros microclimas ou mudanças na orientação do sol, por exemplo. Com toda essa diversidade, fica muito difícil categorizar a região. </p>
<p>Desde a década de 1930, porém, esses vinhedos foram classificados pela Casa do Douro, que concede pontos baseados em critérios como altitude, clima, idade das parreiras, solo, abrigo do vento etc. Todos os anos essa instituição atribui uma autorização a cada viticultor usando uma quantidade de mosto (o sumo e a polpa resultantes do esmagamento das uvas antes da fermentação) de determinada uva que ele pode produzir.</p>
<p>O Douro é separado em 3 subzonas: Baixo Corgo, Alto Corgo e Douro Superior. O Baixo Corgo é onde são produzidos os vinhos do Porto mais simples. Já os vinhos de maior qualidade – como todos os Vintage – vêm dos vinhedos das outras duas subzonas, Alto Corgo e Douro Superior.</p>
<p>Nessas áreas estão plantadas 51 castas de uvas tintas e 38 de uvas brancas. A variedade impressiona, mas a rainha do Douro sem dúvida alguma é a Touriga Nacional, que produz os melhores vinhos devido à intensidade de seu sabor. Além dela, há outras quatro principais: Tinta Barroca, Tinto Cão, Touriga Francesa e Tinta Roriz. </p>
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		<title>Afinal, como é o Vinho do Porto?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Vinho do Porto é um vinho licoroso, produzido na Região Demarcada do Douro, em Portugal. Existem vários tipos de Porto, mas todos possuem uma inegável riqueza e intensidade de aroma. O teor alcoólico é elevado, geralmente entre 19 e 22%. As cores variam entre o retinto (um tom vinho muito carregado) e o alourado-claro. Já os Vinhos do Porto brancos podem ter cor branca pálida, branca palha e branca dourada. No sabor, um Porto pode ser muito doce, doce, meio-seco ou extra-seco, dependendo do momento de interrupção da fermentação. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Vinho do Porto é um vinho licoroso, produzido na Região Demarcada do Douro, em Portugal. Existem vários tipos de Porto, mas todos possuem uma inegável riqueza e intensidade de aroma. O teor alcoólico é elevado, geralmente entre 19 e 22%. As cores variam entre o retinto (um tom vinho muito carregado) e o alourado-claro. Já os Vinhos do Porto brancos podem ter cor branca pálida, branca palha e branca dourada. No sabor, um Porto pode ser muito doce, doce, meio-seco ou extra-seco, dependendo do momento de interrupção da fermentação. </p>
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		<title>A taça ideal para um Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[taças]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aproveitarmos ao máximo todas as sensações propiciadas por um bom vinho, a escolha da taça correta é essencial. Para cada tipo de vinho há um recipiente diferente, desenvolvido para realçar ao máximo os sabores e aromas da bebida. 
No caso do Vinho do Porto e de todos os vinhos doces e fortificados, as taças perfeitas são aquelas com bojo pequeno, já que esses vinhos são consumidos em menores quantidades. O design do copo também precisa ser mais estreito na parte superior, uma vez que isso ajuda a conduzir o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aproveitarmos ao máximo todas as sensações propiciadas por um bom vinho, a escolha da taça correta é essencial. Para cada tipo de vinho há um recipiente diferente, desenvolvido para realçar ao máximo os sabores e aromas da bebida. </p>
<p>No caso do Vinho do Porto e de todos os vinhos doces e fortificados, as taças perfeitas são aquelas com bojo pequeno, já que esses vinhos são consumidos em menores quantidades. O design do copo também precisa ser mais estreito na parte superior, uma vez que isso ajuda a conduzir o líquido diretamente para a ponta da língua, onde o sabor doce é sentido. </p>
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		<title>Tipos de Vinho do Porto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 19:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vinho do Porto]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça as principais variedades de Vinho do Porto: 
Vintage
É a elite do Vinho do Porto, o tipo mais caro e mais procurado uma vez que representa apenas cerca de 2% da produção total. Um Vintage não é feito todos os anos, já que depende de condições climáticas perfeitas e não apenas da habilidade de um bom enólogo. As uvas utilizadas em sua confecção são provenientes dos melhores vinhedos do Douro. Quando pronto, o produtor precisa enviar uma amostra do vinho para o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça as principais variedades de Vinho do Porto: </p>
<p><strong>Vintage</strong></p>
<p>É a elite do Vinho do Porto, o tipo mais caro e mais procurado uma vez que representa apenas cerca de 2% da produção total. Um Vintage não é feito todos os anos, já que depende de condições climáticas perfeitas e não apenas da habilidade de um bom enólogo. As uvas utilizadas em sua confecção são provenientes dos melhores vinhedos do Douro. Quando pronto, o produtor precisa enviar uma amostra do vinho para o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) para aprovação.</p>
<p>Antes de ser engarrafado, o Vintage descansa em tonéis por cerca de dois anos. Depois desse período, não é refinado ou filtrado, o que resulta em uma boa quantidade de depósito na garrafa. Por essa razão, deve ser decantado ao ser aberto e consumido imediatamente, principalmente quando a safra for muito antiga. </p>
<p><strong>Aged Tawny</strong></p>
<p>São os mais apreciados em Portugal, resultantes de cortes de Vinhos do Porto de várias safras da mais alta qualidade. Por esse motivo, os Aged Tawny são designados em seus rótulos como de dez, vinte, trinta ou quarenta anos, nomenclatura feita pela média de idade dos vinhos misturados. </p>
<p><strong>Colheitas</strong></p>
<p>Os Colheitas (também chamados de Reserva) são um tipo especial e muito raro de Aged Tawny. Eles não representam nem mesmo 1% do total de Vinhos do Porto produzidos. Essa variação é feita a partir de uma única safra e por lei precisa envelhecer por pelo menos sete anos. Na prática, porém, envelhecem muito mais tempo na madeira, às vezes por 40 anos. Por outro lado, não podem envelhecer muito tempo na garrafa. </p>
<p><strong>Garrafeira</strong></p>
<p>Suave como um Aged Tawny, o Garrafeira também é um tipo especial de Vinho do Porto, feito em pouquíssimas quantidades. É produzido a partir de uma única safra excelente e envelhece de duas a quatro décadas. </p>
<p><strong>Crusted</strong></p>
<p>Esse tipo de Vinho do Porto tem esse nome porque tem muito depósito no fundo da garrafa, uma vez que não é filtrado. É um vinho feito a partir do corte de vinhos de várias safras, simples porém muito suculento e encorpado. </p>
<p><strong>Ruby</strong></p>
<p>Entre os tintos, é o menos complexo dos Vinhos do Porto. É o resultado do corte de vinhos jovens de várias safras. Frutado, pode até ser um vinho simples, mas costuma ter variações muito agradáveis.   </p>
<p><strong>Branco</strong></p>
<p>É a mais simples categoria de Vinho do Porto, feita a partir de uvas pouco conhecidas como códega, gouveio, malvasia fina, viosinho e rabigato. Pode ser seco, mas a maioria tem um toque de doçura. Já os chamados “lágrimas”, muito populares em Portugal, são uma variação extremamente doce. </p>
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