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	<title>Carlos Cabral &#187; Vinhos portugueses</title>
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		<title>Guia Vinhos 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 19:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo guia de vinhos portugueses de João Paulo Martins chega a 15ª edição e revela o crescimento da qualidade dos vinhos lusitanos. No guia, o leitor também encontra críticas ao modelo de cooperativas de vinhos e muito mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de chegar ao mercado o  “Guia Vinhos de Portugal 2009” de João Paulo Martins. Esta é a 15° edição deste livro que é a maior obra de referência sobre os vinhos de Portugal.<br />
João Paulo Martins é hoje a maior autoridade neste assunto, em Portugal. Tem uma bagagem de conhecimento adquirida por 15 anos ininterruptos nas provas de vinhos lusitanos.  Jornalista e há muitos anos redator na Revista de Vinhos a mais importante publicação portuguesa do assunto. Para realizar este trabalho, que leva sempre um ano exato para ser concluído, João Paulo realiza a maioria das provas dentro das instalações das Comissões Vinícolas Regionais, evitando assim ir a sede do produtor provar seus vinhos. A prova é livre, e todos os produtores podem enviar os vinhos que quiserem para a prova. Algumas, que não concordaram com as notas anteriores, dadas em outros anos, simplesmente não enviam suas novas amostras.<br />
Muito mais que um guia com milhares de vinhos provados, com suas respectivas notas, João Paulo aborda os temas cruciais da Vitivinicultura de Portugal que poucos gostam de falar. Refiro-me aos problemas enfrentados pelas Adegas Cooperativas, cujo modelo de trabalho está falido, além de ser arcaico, porque as Cooperativas insistem em fazer vinhos padronizados com as misturas de uvas de todos os seus associados. Claro que este seu trabalho, que é hoje o melhor de Portugal, não é unânime, existem muitas críticas daqueles que não aceitam suas opiniões, porém uma coisa é certa, a cada ano este guia ajuda a construir uma melhor imagem dos vinhos portugueses no mundo. A melhor constatação é que a qualidade média dos vinhos portugueses vem melhorando ano após ano, o que leva ao consumidor regular uma maior segurança na hora da escolha.<br />
Viajar pelas 444 páginas desse guia é um deleite para a alma, o bom mesmo seria poder provar todos os milhares de vinhos que o João Paulo, prazerosamente prova todos os anos. </p>
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		<title>Degustação de Vinhos Portugueses</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 10:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cabral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização]]></category>
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		<description><![CDATA[Realizou-se no dia 25 de novembro de 2008, uma degustação de vinhos portugueses na sede do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, promovida pela VINIPORTUGAL, órgão que promove  os vinhos de Portugal. A seleção dos vinhos degustados foi feita pelo Confrade Dr. Mario Telles Jr., da ABS.
Foram degustados os seguintes vinhos:
Vinho Verde Morgadio da Torre Alvarinho 2007, com aromas penetrantes de frutas tropicais, e uma longa permanência no retrogosto, chega a ser um sabor untuoso. Com acidez correta, mostrou ser um grande vinho para acompanhar peixes e frutos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizou-se no dia 25 de novembro de 2008, uma degustação de vinhos portugueses na sede do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, promovida pela VINIPORTUGAL, órgão que promove  os vinhos de Portugal. A seleção dos vinhos degustados foi feita pelo Confrade Dr. Mario Telles Jr., da ABS.<br />
Foram degustados os seguintes vinhos:<br />
Vinho Verde Morgadio da Torre Alvarinho 2007, com aromas penetrantes de frutas tropicais, e uma longa permanência no retrogosto, chega a ser um sabor untuoso. Com acidez correta, mostrou ser um grande vinho para acompanhar peixes e frutos do mar. Neste particular, a Sogrape, a casa produtora deste vinho e que é a maior vinícola de Portugal, consegue produzir este vinho quase que artesanalmente, o que confere ao vinho uma qualidade superior.<br />
Em seguida foi degustado um Dão muito especial, o Quinta do Corujão Grande Escolha 2004. Embora jovem, estava macio e muito agradável. Vinho clássico obtido do feliz casamento de vinhos das castas Jaen, Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz, seus aromas eram florais e herbáceos, dando-lhe toques balsâmicos. Este vinho faz parte do grupo dos vinhos “Dão Nobre”.<br />
Seguimos com o Paulo Laureano Alicante Bouschet 2005, do Alentejo. Este enólogo, que está mais para “mago” do que para ser humano normal, consegue fazer milagres com esta cepa, que embora seja francesa, fez morada em Portugal, e lá dá origem  a caldos espetaculares. Paulo Laureano já confessou que este é o melhor Alicante Bouschet que já produziu. Não está enganado, o vinho é simplesmente sublime, tem gosto de quero mais! Com acidez correta, muito corpo e personalidade, da olfação a degustação, uma sinfonia de prazer nos acompanha. E de pensar que o Alentejo foi descoberto, para grande vinhos, só há passados 20 anos!<br />
Partimos para degustar o Lagoalva de Cima Syrah 2005, vinho do Ribatejo, uma raridade, esta casta francesa cultivada nos ricos solos desta região, responsável pela maior produção de vinhos de Portugal. O Vinho apresentava aromas de madeira, fruto de seu estágio em barricas de carvalho novo por muito tempo, além dos aromas penetrantes de menta e hortelã. Outra obra de arte.<br />
Do Douro, degustamos o Quinta do Crasto Touriga Nacional 2005. Este, um monumento &#8211; Meu Deus! Que vinho! Sei que sou suspeito, pois sou um “dourólogo” convicto e praticante. Conheço bem a Quinta do Crasto no Douro e o Thomaz Roquette, o entusiasmado administrador da Quinta da família.<br />
Acredito, pelo o que já provei, que este vinho nada deve ao Maria Tereza, o vinho ícone da Casa. Duas palavras definem este vinho: Nobre e elegante.<br />
Por último, degustamos o Moscatel de Setubal Roxo Quinta da Bacalhoa 1997. É famosa a produção de moscatéis na Península de Setubal e este não decepcionou em nada. Vigoroso, untuoso e com um perfume inebriante, e com sua tradicional cor de ouro, bem límpido, este é o vinho dos encantos e o grande companheiro dos pratos mais exóticos da culinária mundial, como o Foie gras.<br />
Seguiu-se um rico jantar elaborado pelos Chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo do Restaurante Mani, e uma outra bateria de vinhos deu seqüência à harmonização com os pratos.</p>
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